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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Mude para ser feliz

Mude para ser feliz

Não me canso de falar sobre felicidade, pois acredito que nosso dever como ser humano é buscá-la incessantemente, sem descanso. Certamente a felicidade faz parte dos planos de todos nós desde o momento que nascemos.

Enquanto crianças ou adolescentes acreditamos que ela é um direito apenas de alguns poucos indivíduos, mas quando nos tornamos maduros, adultos, devemos entender que a felicidade pode ser construída diariamente, conscientemente, que faz parte da escolha de um caminho de vida. Não é fantástica a ideia da felicidade como algo que pertence a todos e cabe a cada um de nós construí-la?

A possibilidade da construção da felicidade como meta de vida deve partir de uma vontade quase cega e deve ser vista como um propósito consciente e único na vida. Precisamos ter claro que quando fazemos essa opção não podemos nos dispersar com coisas pequenas, questões sem peso real.

Você já parou para pensar quanto tempo e energia perdemos e o quanto nos desgastamos com questões passageiras? Permitimos que problemas efêmeros contaminem nosso dia-a-dia sem nos darmos conta que o tempo que temos neste planeta é muito pequeno e passa depressa demais. Brigamos neuroticamente com tudo e todos, sem perceber que estamos em briga com nós mesmos!

Você não percebe que cada minuto de sua vida é precioso, cada minuto que deixa passar já faz parte do passado? Acabou, não volta nunca mais, você perdeu … ou ganhou, se tiver consciência do quanto a vida é efêmera e do quanto alguns problemas só existem em nossas mentes doentias.

Podemos transformar nosso dia num inferno, mas se escolhermos a construção da felicidade devemos estar atentos para as pequenas e boas coisas que, na maioria das vezes, passam despercebidas por nós.

Você já parou para pensar que não temos nenhuma garantia na vida, com relação a nada? Que a segurança que buscamos é pura ilusão, que precisamos aprender a viver no momento presente com intensidade e esperança? Nossa vida pode acabar de um momento para outro e aí? O que fizemos dela?

Pare e reflita sobre o significado que cada coisa tem para você. Cada pessoa que está ao seu lado, o seu chefe, o seu vizinho, seus filhos, esposa ou marido, o que você tem feito para fazê-los felizes? Você já percebeu que um sorriso pode mudar uma relação?

Uma reação diferente da que você costuma ter, algo que surpreenda quem está ao seu lado, uma palavra, um abraço, um olhar carregado de ternura pode transformar toda dinâmica de um dia inteiro.
Reaja de maneira diferente da costumeira, surpreenda e veja o resultado. Mude, escolha vibrar em uma sintonia mais elevada. Não tenha medo de sorrir, de amar e dizer que ama, de precisar e dizer que precisa, seja acolhedor, abra seu coração e deixe a vida entrar.

Mesmo que esteja doente, não se coloque na posição de doente; lute para que, apesar de tudo, você possa ser feliz, pois a felicidade não é algo de grande intensidade, é algo simples, um estado de tranquilidade. Esqueça todas as definições que aprendeu sobre ela, nenhuma delas fez você se sentir mais feliz. A felicidade não cai do céu, não é só para alguns. Não precisamos ter tudo para sermos felizes, e não podemos continuar buscando a felicidade fora de nós.

Perdeu seu amor e está infeliz? É passageiro, garanto a você! Tudo passa! Não se feche para a vida quando ela nega algo a você; deixe o novo entrar, pois se a vida nos tira, ela mesma nos dá de volta algo maior e melhor.

Não se desespere com questões passageiras. Ame! Ame seu marido, seu filho, seu pai, sua mãe, ame apesar de tudo. Escolha amar, pois o amor está dentro de você. Não pense que perdeu seu amor, ninguém nos tira aquilo que nos pertence! O amor está dentro de você, é seu, a pessoa amada é só um catalisador desse amor. Se você escolher amar e, portanto, não fechar seu coração à vida, ela dará a você uma nova pessoa para depositar esse amor que continua dentro de você.

Mas se você se colocar na posição de vítima, se fechará e o amor que está aí, em seu coração, ficará aprisionado sem ninguém para recebê-lo. Não estou com isso minimizando a dor que sentimos quando perdemos alguém que amamos, de forma nenhuma, mas procure não se fechar, pois quando você se fecha, a pulsação da vida se esconde e, com ela, a felicidade.

Quando escolhemos mudar em direção às coisas positivas da vida, aos sentimentos que nos fazem vibrar, tudo muda ao nosso redor. Nossa vida se transforma em outra vida, as pessoas que não aguentam esse nível de vibração se afastarão de nós e atrairemos pessoas bem mais interessantes do que aquelas que tivemos ao nosso lado até então.

Pare para refletir e se pergunte:
- Por que será que é tão difícil me preservar dos problemas e da infelicidade que eles me trazem?
- Por que estou sempre fazendo escolhas que me fazem infeliz?
- Por que sempre encontro pessoas que me remetem aos mesmos sentimentos negativos?
- Por que é tão difícil me sentir feliz?
- Qual a frequência energética de minha vibração?
- Quanto tenho amado?

Comece devagar. Primeiro investigue dentro de você os sentimentos de auto-estima, vaidade pessoal, arrogância, ganância, agressividade, desprezo, e outros tantos que todos nós trazemos dentro de nossos corações machucados. Escreva em um papel e avalie cada.

Depois comece o trabalho de mudança de cada um deles. No começo será muito difícil, mas com o tempo tudo caminhará com mais facilidade. Fique atento às pequenas reações e faça diferente.

Seja mais tolerante àquelas perguntas que irritam, com aquele barulho em hora indevida, com aquela atitude que se repete, seja mais amigo, explique ao invés de gritar, sorria com amor ao invés de ironizar. Mude sua atitude. Sem atitude nada muda e sem mudança não conseguiremos alcançar nossa meta, a felicidade.

By Eunice Ferrari.

Publicado no Blog DEMODELANDO               demodelando.wordpress.com

Ana Carolina - Quem de nós dois


Sempre curti a voz desta mulher

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Em Feverê... tem Carná...!!!


Fevereiro. Deveria ser chamado de Fervereiro. Seria mais adequado já que estando na estação verão seus dias geralmente são tórridos. Trata-se de um mês emblemático, tanto por diferenciar-se dos outros meses pelo número de dias que o compreende, como pq no Brasil costuma-se dizer que o ano somente inicia depois do carnaval (que na maioria das vezes ocorre neste mês).

Sobre isto podemos tomar como um belo exemplo, o dia de ontem (primeiro dia do mês) quando a abertura dos trabalhos legislativos em Brasília teve a presença de “um ou dois gato pingado”. Ou seja, para aqueles que deveriam dar exemplo ao povo que os elegeu, parece que os deputados federais e senadores “se esqueceram” que tinham de ir trabalhar!!! Esqueceram, sim!!! kkkkkkkkkkkkk

Enfim!!! Considerando-se as datas festivas, vemos no mês de fevereiro um percentual reduzido na diferença entre dias a trabalhar e aos que o trabalho é dispensado.

Hoje - 2 de fevereiro - é feriado em Porto Alegre (Nª. Srª. dos Navegantes  ou Dia de Iemanjá para os Umbandistas) e a cidade “morreu”. Acho que estavam todos na Procissão, mas a verdade é que houve um esvaziamento com a forte migração rumo ao litoral. Pudera! Com os termômetros registrando temperaturas perto dos 40 °C esta era a alternativa. Por aqui nada que uma piscina não resolvesse o problema neste dia com muito calor, caldo, caliente, very, very, very hot!!!!!

Como amanhã é sexta-feira, muita, mas muita gente “enforcará” o trabalho. O mesmo comumente ocorre com a segunda-feira de carnaval e com a manhã de quarta-feira de cinzas, ambos dias úteis normais que transformam-se em inúteis ou feriadão, hehehehe!!!!

Entretanto, há lugares que tornam-se exceções, né Bahia?!?! Lá no mês de fevereiro, período de carnaval, todos os dias úteis são enforcados, hahahahaha!!

FEVEREIRO: UM DIVISOR DE ÁGUAS (graças à cachaça!!!)
kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

sábado, 28 de janeiro de 2012

COM UM PARAFUSO A MENOS...

Eis o protagonista desta história

Sexta-feira, janeiro, P.Alegre. 
Verão. Costumeiramente se pega o carro e segue rumo ao litoral. Desta vez foi diferente. Destino: hospital. Estava prestes a sofrer novamente uma intervenção cirúrgica, desta vez para retirar o pino (parafuso). E no dia de São Sebastião, dirigi-me ao Hospital São Francisco. Não sei pq o “velhinho” lá em cima indiretamente interferiu na escolha do santo, já que a primeira cirurgia fora realizada no Hospital São José e sendo os hospitais interligados, a cirurgia foi realizada mesmo no Hospital Santa Clara.

Foram quase duas horas na sala de cirurgia (dizem) e confesso não senti nadica de nada, nem se me sacanearam durante minha letargia!  E isto me preocupava, sim! Digo isto, pois ao deitar-me na maca fui ameaçado pela pobre da anestesista, que tiraria enquanto sedado minha tatuagem do braço. Entenderam o pq do pobre, né??? (torcedora do Gaymio)
 Ao contrário de minha cirurgia anterior (colocação do pino) onde fiquei dois dias no hospital, e tentaram me afogar com tanto soro que me aplicaram - foram litros e litros, desta vez recebi alta no mesmo dia e fui repousar em casa.

Recordando, naquela oportunidade, notei o número excessivo de pessoas que estavam presentes na sala de cirurgia. A diversidade impressionava: torcida uniformizada (pareciam as “Iketes”. Déia, Marília, Nhá, lembram?) e outro grupo que pareciam ser adversários (time adversário???). O médico e anestesista estavam acompanhados de suas equipes, hierarquicamente organizadas: os crachás identificavam Office-boy (?), Auxiliares “A”, “B”, “C”, ... “Z”, além do Auxiliar-Chefe, seguido por fim pelo Estagiário-Residente, para cada um. Num canto, avistava dois serventes fazendo a faxina e noutro uma equipe de televisão. Ah!!! Se não me falha a memória havia ainda uma carrocinha de pipoca... ou seria de cachorro-quente??? Pura covardia, levando-se em conta que eu me encontrava seminu frente a todas aquelas pessoas mascaradas e vestidas dos pés à cabeça!!! Será que eu inalei demais aquele gás. Não é à toa que o Óxido Nitroso antigamente era denominado “gás hilariante”. Antes de me apagar, só me recordo de umas piadas que contavam e eu ria, ria.... riiiiaa muito!!! hahahahahahahahahaha
Entretanto, nesta segunda cirurgia, o “público” presente se assemelhava ao de um jogo entre Bangu x Olaria, o que decepcionou os “cartolas” do hospital. Terminado o jogo a respectiva platéia já não se encontrava quando voltei ao mundo. Minha retirada do pós-operatório (hospital), foi vetada pelo departamento médico, o que seria autorizado somente acompanhado de um responsável. Afinal de contas o que fizeram comigo nesta cirurgia que deixou-me incapaz a ponto de precisar estar acompanhado de pessoa “responsável”???

E por responsável na minha família entenda-se meu filho que diligentemente veio em meu resgate!

Já em casa e começando a cessar os efeitos anestésicos e analgésicos, veio pela primeira vez a necessidade de utilizar-me do braço e juntamente com ela vieram as dores.
PIOR!!!

Sabem aquelas Leis de Murphy onde tudo o que tu reza para que não aconteça... acontece???  Daquele cara que mal te cumprimenta, vem e dá o famoso tapinha nas costas??? E ainda por cima DOIS??? Deste tipo apareceu um monte; de formar fila!!!

É verdade!!! Passam pela cabeça soluções mágicas, como a de colocar uma aviso nas costas com os seguintes letreiros: “MANTENHA DISTÂNCIA”, “AFASTE-SE”,” KEEP OUT”, “NÃO-ME-TOQUE” ou “CAMPO REAL” (nesse último a população ficou  dividida)...
Enfim!!!

Hoje tenho ele (o parafuso) como decoração aqui em casa e espero apenas que eu não o rebaixe, parafusando-o inadvertidamente em alguma madeira de algum móvel. Mas daí não seria rebaixamento, já que fui taxado algumas vezes de “cara-de-pau”.... kkkkkkk

O foda disso tudo é que me divertia nas portas detectoras de metais e hoje to sentindo falta das discussões com guardinhas de Bancos, lojas, etc. E isso tinha que ser o Ike, né???  Hê! Hê!