domingo, 27 de março de 2022
Bolsolão do MEC - Edu Krieger
quarta-feira, 16 de março de 2022
72 Conselhos e Curiosidades - Úteis ou Não - Que Ninguém Dá ou Conhece - Parte II
quarta-feira, 1 de dezembro de 2021
Reminiscências (*) 28
(*) Segundo Platão, "lembrança do que a alma contemplou em uma vida anterior, quando, ao lado dos deuses, tinha a visão direta das ideias”.
sábado, 20 de novembro de 2021
Músicas Que Tu Sempre Cantou Errado III
Aqui, duas músicas do Kid Abelha e uma interpretação da
Cássia Eller na música de autoria de Frejat e Cazuza.
segunda-feira, 15 de novembro de 2021
Músicas Que Tu Sempre Cantou Errado II
Caros cantores de chuveiro.
Todo mundo tem aquela musiquinha e canta de um jeito que acaba pagando mico por soltar umas palavrinhas erradas.
Mas saibam que vocês não estão sozinhos nesta, galera, por isso preparem os ouvidos, porque apresentarei as músicas que vocês sempre cantaram errado.
Apresentado no Canal Pipocando Música no YouTube por Bruno Bock e Zeeba.
quarta-feira, 3 de novembro de 2021
Correio do Povo - 110 anos 01
No início, eu não vi nenhum negro no futebol, porque eles estavam proibidos de jogar. E também não vi mulheres nos esportes, porque elas não podiam competir. Mas isso foi só no início.
Em seguida, eu vi um operário alemão fundar o time mais antigo do país, o Sport Clube Rio Grande, e fazer ele mesmo as preleções para a equipe. Em alemão.
Eu vi o Grêmio, de camiseta grená, vencer o Internacional por 10 x 0 no primeiro Gre-Nal. E depois vi o Inter ganhar de 6 x 2 do Grêmio na inauguração do Olímpico.
Nas Olimpíadas de Berlim, eu vi um negro estragar a festa dos arianos e se consagrar o maior atleta daqueles tempos.
Eu vi 200 mil pessoas chorando no Maracanã quando o Uruguai venceu o Brasil de virada. E, quando o rolo compressor do Inter amassou por seis anos o orgulho dos gremistas, eu também vi.
Eu vi o Brasil campeão, bi, tri. Vi gol de cabeça, de bicicleta, de placa, até gol de plano inclinado no Estádio dos Eucaliptos eu vi.
E vi Pelé fazer mil gols.
Vi Cassius Clay virar Muhammad Ali e perder o título de campeão mundial de pesos pesados porque não foi para a guerra.
Vi a taça Jules Rimet ser derretida, um boxeador arrancar a orelha do outro, o brasileiro mais rápido da história terminar uma época inteira em uma curva.
Eu vi o Penta que nenhum outro país levou para casa. E ainda vou ver muito mais.
Eu já vi muito. Mas não vi tudo.
Todas as glórias, as lendas, as derrotas, as vitórias, as alegrias do esporte, o Correio do Povo viu. Abrir o Correio é como abrir uma página da história. Do esporte e do mundo.
Editorial do CP em comemoração aos 110 anos do jornal
Edição de 5 de outubro de 2005.



