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sábado, 26 de maio de 2012

Primeiro Eu




Alguém uma vez escreveu: Primeiro Eu, ...segundo Eu, ...terceiro Eu...
Pois é!!!

Primeiro eu vou dizer o que eu quero
Depois vou ser bem franco
Se der tempo vc fala e eu espero

Primeiro eu vou dizer o que eu penso 
Depois a gente ouve vc
e eu juro não esqueço.

Primeiro vamos ver 
como é que fica pra mim
Depois a gente vê
se dá pra ser assim

1º eu quero mais um pouco de atenção
1º eu quero mais espaço no seu coração
1º eu quero garantir o que é meu
1º eu quero ser...
Primeiro eu... primeiro eu!!!

Primeiro Eu





Alguém uma vez escreveu:
Primeiro Eu... Segundo Eu... Terceiro Eu...
#poisé!!!

Primeiro vou dizer o que eu quero
Depois vou ser bem franco
Se der tempo vcfala e eu espero

Primeiro eu vou dizer o que eu penso
Depois a gente ouve vc
E eu juro não esqueço

Primeiro vamos ver
Como é que fica pra mim
Depois a gente vê
Se dá pra ser assim

1º eu quero mais um pouco de atenção
1º eu quero mais espaço no seu coração
1º eu quero garantir o que é meu
1º eu quero ser...

Primeiro Eu... Primeiro Eu!!!


Errei??

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Conceitos que se expressam



Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.

Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.

Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.

Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.

Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer, mas acha que devia querer outra coisa.

Certeza é quando a ideia cansa de procurar e para.

Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.

Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.

Vergonha é um pano preto que você quer para se cobrir naquela hora.

Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.

Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.

Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.

Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.

Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.

Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.

Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.

Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente, mas geralmente não podia.

Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.

Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.

Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.

Paixão é quando, apesar da palavra “perigo”, o desejo chega e entra.

Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.

Não… Amor é um exagero… Também não… Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego???

Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação... Esse negócio de amor é difícil de explicar.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Coisas de Gaúcho

Esses novaiorquinos sempre foram muito invejosos...
           
Nova Iorque                                                                Porto Alegre












NOVA IORQUE

PORTO ALEGRE


Esses gringos...sempre nos copiando....!!!!!!

kkkkkkkkkkkkk


quinta-feira, 10 de maio de 2012

MEU BUNKER - Luís Fernando Veríssimo

Uma vez um repórter foi me entrevistar em casa e depois escreveu que eu trabalhava num bunker sem janelas. Como o lugar em que eu trabalho tem duas boas janelas dando para um pátio e seus sabiás, concluí que ou 
a) ele já estava com a ideia do bunker pronta e as janelas não foram convincentes o bastante para mudá-la,
b) ele não viu as janelas, 
c) não se pode confiar em jornalistas. 
Ou então a impressão de que se trata mesmo de uma toca forrada de livros é tão forte que ele tinha razão: mesmo com janelas, é um bunker sem janelas. Pilhas de livros cobrem mesas e chão, e o dia prometido em que serão colocados nas estantes junto com os outros nunca chega. A Lúcia já desconfia de que seja um dia mítico, que talvez coincida com o fim dos tempos. Mas os livros que estão nas estantes têm uma certa organização. A flâmula do Internacional que pende de uma das prateleiras está presa, não me pergunte por que, pelos livros da Clarice Lispector, que pelo menos estão todos juntos. No bunker também tenho meu som, meus discos de vinil, que passam o tempo todo murmurando “Nunca mais”, e os compactos. É lá também que tenho o meu escarrapachão, ou a cadeirona onde, como o nome está dizendo, me escarrapacho, para ler e ouvir música. 

E nunca para dormir escondido no meio do dia, apesar de comments caluniosos em contrário.