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sábado, 9 de outubro de 2021

Um Passeio ao Amanhecer em Torres.

Um passeio ao som de Dire Straits
 
Um passeio nos Molhes na Barra do Mampituba seguindo pela Beira Mar (Praia Grande), passando a Prainha (Praia do Meio) e chegando ao Morro do Farol.

Ao amanhecer...

Publicado em 11 de abril de 2015.

terça-feira, 26 de março de 2019

NY - POA - Breve Comparativo

Hoje Porto Alegre está fazendo aniversário: 274 anos. 
A cidade é tão admirada mundialmente, que os gringos
não perderam tempo em copiar "otras cositas más".
#poisé!!!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk




quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

O Verão Gaúcho


Eu amo as praias do Rio Grande Do Sul, aquela areia grossa de fazer obra, aquele vento que lembra o furacão Catrina, aquela água que parece um Nescau, aquela gente super boa que tá devendo até a alma e fica postando foto com latão de Polar que comprou por R$ 3,09 no supermercado, é uma maravilha!

Experimenta esquecer as Havaianas e caminhar no paralelepípedo quente com o sol do horário de verão, vai saber o que os muçulmanos chamam de “Queimar no mármore do inferno".

Aquele supermercado lotado, cuspindo gente, a atendente super feliz te atendendo com aquele uniforme de no mínimo 5 carnavais, um ventiladorzinho no chão que mais parece a ventoinha do radiador jogando aquele vento quente na cara e as padarias que todo mundo chega ás 18 horas e já não tem mais pão.

Aqueles retardados que passam com som a todo volume ouvindo funk, dirigindo bêbados, de pés descalços, mexendo com as gurias na rua, buzinando a uns 80 km/h levantando poeira e jogando brita nos pedestres.

As sorveterias que vendem o sorvete de 6 reais o litro por 40 reais 3 bolinhas com calda, ainda vai lá as crianças e pegam mais os M&Ms, coco ralado, canudinho, etc. E vai pagando tudo - que custa 2 ou 3 reais o kg os mesmos 40 reais do sorvete, porque afinal tudo é por peso.

Chega de noite o cidadão caminhando no centro com a sua familia, vai lá tomar um capeta, 2 dedos de vodka vagabunda com leite condensado, um saquinho de polpa de fruta com gelo feito em casa, bate tudo no liquidificador que fez o de chocolate do cliente antes de você, mas tudo bem porque ele passou uma aguinha antes, e te serve o copão de 500 ml por 15 PILA!.

Ai as crianças que já tomaram uns sorvetes depois da janta, tomam uns golinho de capeta, ai elas é que viram os capetas. Decidem ir ao parque de diversões, carrinho bate-bate e se matam naquela bosta achando que tão no “Velozes e Furiosos”. Depois é a vez do Kamikaze, A PORRA DO KAMIKAZE que o dono do parque deixa cinto estragado e porta estragada pra dar mais medo ainda, e as pragas decidem andar naquilo. A mulher enchendo o saco dizendo é perigoso e o pai dizendo; "deixa, é seguro, eu conheço o operador do brinquedo, ele que tava tomando o capeta de chocolate antes da gente", este por sinal falou pro patrão que era só uma batidinha sem álcool, mas pediu pro cara da banquinha de bebidas enfiar 5 dedos de cachaça naquela porra só pra disfarçar.

Vai as cria andar no tal do "Kamikaze", E começa a mexer, já tem gente pedindo pra descer como se tivesse tido uma premonição de todo mundo morrendo. Ai desceu, aquela porra continua andando, e dá uma volta e outra, e as cria gritando e berrando, "O PAAAIIII, OLHA EU", e o PAI: "Cadê meu celular?", e aí o operador - mais pra lá do que pra cá, resolve parar aquela porra de cabeça pra baixo. ESSA É A HORA, A HORA DO VÔMITO... junta a janta, sorvete, os capetas e o Kamikaze, tá feito o estrago; aí vira aquela centrifuga de criança e começa a extrair até a alma das pragas. Tu ficas se perguntando: "DE ONDE VEIO ISSO TUDO, PORRA?". E desce as pragas, e ainda pedem: “DE NOVO, DE NOVO!!!”

Ahhh!!! As praias do Rio Grande Do Sul... como eu poderia não amar???


Texto de Marco Aurelio De Oliveira Pereira

terça-feira, 18 de abril de 2017

O Pioneirismo no Transporte Rodoviário de Passageiros




A Empreza Jaeger & Irmão é digna do bom nome, da grandeza e do desenvolvimento rodoviário no Rio Grande do Sul

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Uma empreza que coopera com efficiencia no transporte de passageiros, cargas e encommendas para vários pontos do nosso Estado e de S. Catharina

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Uma organisação completa e perfeita que conseguiu radicar-se no conceito do nosso alto commercio e do publico rio-grandense

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Uma visita ao escriptorio central da Empreza Jaeger & Irmão, às 3 horas da madrugada, na occasião da partida de 4 dos seus modelares auto-omnibus para as praias balneárias

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O bom nome da Empreza Jaeger & Irmão, já tinha chegado até nós, porque ella é bastante conhecida, não só nesta capital e no Estado, como através de suas fronteiras, como uma organisação completa e modelarmente apparelhada ao fim a que se destina.

Alli, tudo prima, desde uma administração impeccavel, ao capricho, zelo, seriedade e capacidade de organisação.

E a prova do que vimos de affirmar, ahi está em um dos muitos serviços prestados pela Empreza Jaeger & Irmão, ao Rio Grande do Sul desportivo, levando, em uma de suas viagens á Capital de São Paulo o scratch que foi representar as cores do nosso Estado, no Campeonato Brasileiro de Foot Ball.

Foi uma viagem que, embora desfavorecida pelo tempo, chegou ao seu final em um lapso de tempo que muito recommenda a Empreza Jaeger & Irmão.

Não somos só nós que assim dizemos. Os nossos collegas da imprensa matutina desta capital já o disseram, não só em seus serviços telegraphicos como em suas secções redactoriaes. Além deste optimo serviço, que veio dizer do valor da Empreza dos irmãos Oscar e Mario Jaeger, outros, aliás, de maiores vultos, vem ella prestando a collectividade do Rio Grande do Sul: o transporte das malas do Correio para o interior do Estado, com uma regularidade impeccavel e o transporte de todos os jornaes diários da capital que chegam a seus pontos horas após a distribuição e á Florianopolis no mesmo dia de sua circulação.

E taes factos nos deram ensejo para uma visita á Empreza Jaeger 4.ª feira última, ás 3 horas da madrugada, hora da partida de seus carros ás praias balneárias e a Florianopolis.

Alli chegando, fomos recebidos pelo sócio gerente da Empreza Jaeger & Irmão, sr. Oscar Jaeger, nome destacado em nossos meios commerciaes e turfistas, a cujo desporte está ligado como criador e proprietário de vários parelheiros em actuação no hippodromo dos Moinhos de Vento.

Já era, pois, o illustre “turfman” nosso conhecido, pelo que não foi difficil o nosso desejo visado.

Apresentado por este distincto amigo, fomos conhecer o seu sócio, o sr. Mario Jaeger, a quem está entregue a direcção geral dos vehículos, quando em transito.

Após ligeira e amistosa palestra, já na presença de elevado numero de passageiros que aguardavam a hora da partida, conseguimos bater as chapas que illustram esta reportagem e que melhormente dizem da preferência publica pela conhecida Empreza portoalegrense, que tem seu escriptorio central à Praça dos Bombeiros, 185.

Nada menos de 87 passageiros, estavam, conforme presenciamos, confortavelmente accomodados, nos quatro caminhões, promptos para partirem.

Os empregados da Empreza activos e sob a direcção do fiscal geral nas viagens, zelavam pelas bagagens dos passageiros collocando as em lugares adequados nos próprios caminhões.

E já estava na hora da partida. Esta não podia ser retardada de accordo com as ordens do D.A.E.R., o sr. Mario Jaeger despede-se e dá ordens. Os caminhões se põem em movimento, um atraz do outro e rumam aos seus destinos.

Muitos adeus!... e Até a volta!...

O sr. Oscar Jaeger volta ao escriptorio, onde nos prestou mais as seguintes e interessantes informações:

- Isto que os amigos estão vendo, é sempre.

- O movimento dia a dia, augmenta de uma maneira phantastica, basta que lhe diga, não pode se attender a todos que nos procuram nos dias de partidas.

É necessário que nos peçam para reservar lugares, sempre com antecedência de um a dois dias, para que possamos attender a todos.


(Matéria publicada na revista A VOZ DO TURF - Janeiro de 1940) 

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Uma Aventura Nos Ares


Aventurando-se através de um voo sobre o mar de Fortaleza (Praia do Cumbuco)
em um meio de transporte pouco recomendável/confiável... kkkkkkkkkk

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Tu Tens Que Ter Um Amigo Gaúcho - Júpiter Maçã


Um papo psicodélico com o "Beatle portoalegrense" Júpiter Maçã encerra em clima de amizade a série sobre Porto Alegre. Com uma criatividade genial e a experiência de uma carreira brilhante, Júpiter nos presenteia com sua visão peculiar sobre Porto Alegre. Grande ícone artístico da capital, ele é citado constantemente por músicos nacionais e internacionais como grande referência.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Um Passeio ao Amanhecer em Torres.

Um passeio dos Molhes na Barra do Mampituba seguindo pela Beira Mar (Praia Grande), passando a Prainha (Praia do Meio) e chegando no Morro do Farol.

Ao Amanhecer...

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Oito razões para você viajar o mundo por 1 ano ou mais

Quem nunca sonhou em viajar o mundo? Mas quantos já realizaram este sonho?  Depois de ter vivido essa incrível experiência, o casal criador do Projeto Projeto ViraVolta,, Carol Fernandes e Alexis Radoux, nem conseguem mais imaginar como seria a vida deles sem isso. Provavelmente você vai pensar o mesmo se você tentar.

Nossa vida está rodeada de paradigmas e sempre criamos desculpas que nos impedem de viver o sonho de viajar pelo mundo. Carol e Alexis listaram 8 ótimos argumentos para abrir os seus olhos. Se você nunca pensou nessa possibilidade, talvez você comece a pensar depois de ler isso.
Tobacco Key (Belize) - Foto: Alexis Radoux (ViraVolta)
1- PORQUE A VIDA É UMA SÓ E VIAJAR O MUNDO É MUITO EXCITANTE: todos nós queremos chegar na nossa velhice, olhar pra trás e pensar: a minha vida foi demais! Queremos uma vida excitante e com histórias para contar. A vida é uma só e se arrepender no final dela por não ter tentado é o pior que pode acontecer. Se você sempre sonhou em viajar o mundo não espere mais.

2- PORQUE VIAJAR O MUNDO PODE SER MAIS BARATO DO QUE FICAR EM CASA PAGANDO CONTAS: é isso mesmo! Ao contrário do que todos pensam não é preciso ser milionário para viajar o mundo. Em países baratos o custo médio de um viajante de longo prazo gira em torno de 700 dólares por mês. Agora faça as suas contas, você acha que consegue viver com menos que isso pagando as contas em casa?

3- PORQUE VOCÊ TEM SIM TEMPO PARA VIVER ESSA EXPERIÊNCIA: a expectativa média de vida em países desenvolvidos varia de 70 a 80 anos de vida. Agora pense, o que são 1, 2 ou 3 anos da sua vida vivendo uma aventura incrível? Talvez 3% da sua vida! Ou seja, quase nada! O que você está esperando?

4- PORQUE O MEDO JAMAIS DEVE IMPEDIR VOCÊ DE VIVER SEUS SONHOS: o medo é o que mais segura as pessoas para viver o que realmente querem na vida e quando se trata de largar tudo para viajar o mundo o medo é o maior inimigo. Eu também tive medos, mas posso garantir que depois de viver essa aventura você vai entender que o medo não faz o menor sentido. Tudo é muito mais fácil do que a gente imagina.
Sa Pa (Vietnã) - Foto: Alexis Radoux (ViraVolta)
5- PORQUE VOCÊ VAI TER A CHANCE DE APRENDER MAIS QUE EM UMA VIDA INTEIRA: sair da sua bolha para experimentar o mundo vai fazer você viver experiências incríveis e ver a vida de uma forma completamente diferente. Viajar por longo prazo é como viver 10 vidas em uma. Faz você refletir, repensar, reaprender e descobrir coisas que você nunca teria a chance em uma vida parado no mesmo lugar. Quais outras experiências na vida vão te oferecer essa oportunidade única?

6- PORQUE NUNCA É TARDE PARA VIVER UM SONHO: não existe idade certa para viver seus sonhos e nunca é tarde para fazer acontecer. Se você já passou dos 30, 40, 50 e acha que é muito tarde para viajar o mundo você está completamente enganado. Essa experiência pode ser incrível em qualquer momento da vida.

7- PORQUE SIMPLESMENTE É UMA DAS MELHORES COISAS A SE FAZER NA VIDA: imagina você sair do seu cubículo do trabalho onde você passa 10 horas por dia para desfrutar as melhores praias, conhecer os lugares mais incríveis, interagir com as diferentes culturas, experimentar culinárias excêntricas, conhecer pessoas inesquecíveis, passar meses sem despertador, não saber mais qual é o dia da semana, poder decidir onde você quer estar na hora que você quiser… Se sentir completamente livre como você nunca se sentiu antes! Precisa dizer mais o porquê essa vai ser uma das melhores coisas a se fazer na sua vida?

8- PORQUE VOLTAR DESSA EXPERIÊNCIA PODE SER MUITO MELHOR DO QUE VOCÊ IMAGINA: muitas pessoas deixam de viver esse sonho com medo da incerteza da volta. Fique tranquilo, você provavelmente vai voltar se sentindo uma pessoa melhor e mais consciente do que você quer. A sua carreira não será destruída. Depois de meses entrevistando viajantes de longo prazo, todos que voltaram para o mercado de trabalho se dizem profissionais melhores e mais auto confiantes. E quase todos voltaram em posições melhores em suas carreiras. E para quem decidiu mudar de ramo completamente, se sentem extremamente felizes. Viva o momento e não se preocupe com a volta, um novo mundo de oportunidades estará aguardando por você.

O mais difícil é decidir. Depois que você colocar na sua cabeça “vou fazer”, tudo fica mais fácil.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014


RIO - Drinque mais famoso do Brasil, a caipirinha tem paternidade indeterminada e desperta paixões quanto à sua criação. Até hoje, duas correntes principais se dividiam quanto à invenção da célebre bebida. Enquanto uma sustenta que o feito é responsabilidade dos escravos, outra diz que ela era usada como remédio no interior do estado de São Paulo durante o surto de gripe espanhola em 1918. Porém, uma nova hipótese está sendo levantada por um historiador do interior do Rio.

Para Diuner Melo, Paraty — uma das maiores produtoras de cachaça dos séculos XVII e XVIII — é responsável pela criação. Ele encontrou uma receita da bebida em um documento de 1856 no arquivo público da cidade fluminense. Para o especialista, é o registro mais antigo a citar todos os ingredientes juntos. E Melo desafia: que outras fórmulas, anteriores, sejam mostradas.

— A cachaça com limão sempre foi usada no tratamento da gripe e de outro males. Porém, a cachaça com açúcar, limão e água, na falta de gelo, é uma invenção paratiense até que se prove o contrário. É um produto de Paraty até que seja encontrado em outra cidade um documento anterior a este, com a mesma receita — provoca.

A revelação está no segundo volume do "Roteiro documental do Acervo Público de Paraty", publicado pelo historiador em parceria com a colega Maria José Rameck. O documento encontrado é uma carta enviada à Câmara Municipal por João Pinto Gomes Lamego, engenheiro civil responsável pelas obras do cemitério da cidade. No texto, ele justifica o alto consumo de aguardente na obra com a epidemia de cólera na cidade.

Como a doença é transmitida pela água, ele achou prudente dar a bebida aos escravos: "A necessidade obrigou a dar essa ração de aguardente temperada com água, açúcar e limão, a fim de proibir que bebessem água simples", diz, no documento. O especialista Ricardo Luiz de Souza, contudo, acha que o drinque é anterior a essa data.

— Como sempre acontece com criações anônimas e coletivas, não é possível estabelecer uma data precisa para o surgimento dessa mistura. Se há algum documento que comprove ter ela sido feita já no século XVII eu desconheço, embora ache bastante provável seu caráter remoto — diz.
Professor do Centro Universitário de Sete Lagoas (MG), Souza publicou o artigo "Caipirinha, ou seja, cachaça, limão e açúcar: breve história de um relacionamento". Para ele, a bebida é responsabilidade dos escravos. Segundo o historiador, eles aproveitavam frutos menos nobres, como o limão, para temperar a aguardente.

— A mistura da cachaça com o limão apenas poderia ter sido promovida pelos escravos. Já a incorporação do açúcar à mistura, gerando a caipirinha, tal como a conhecemos hoje, é de paternidade reivindicada e duvidosa. Mas a base, sem a qual ela não existiria, é escrava e é anônima — sentencia.

Autor de "Cachaça, o mais brasileiro dos prazeres", Jairo Martins defende que a bebida também era usada como remédio no interior paulista durante o surto de gripe espanhola no início do século XX. Mas, para ele, o drinque só surgiu anos depois, com a valorização de intelectuais modernistas brasileiros.

— Esse relato de Paraty é interessante, e trata-se do uso de um destes remédios. Essa receita foi utilizada para curar a gripe espanhola, mas só veio a se consolidar como drinque na Semana de Arte Moderna de 1922. Em suma, prefiro dizer que a caipirinha evoluiu de um remédio para um drinque, que se consolidou como tal em 1922.
* Reportagem publicada no Globo a Mais




quinta-feira, 17 de maio de 2012

Coisas de Gaúcho

Esses novaiorquinos sempre foram muito invejosos...
           
Nova Iorque                                                                Porto Alegre












NOVA IORQUE

PORTO ALEGRE


Esses gringos...sempre nos copiando....!!!!!!

kkkkkkkkkkkkk


segunda-feira, 23 de abril de 2012

Um Passeio ao Amanhecer em Torres.

Um passeio ao som de Dire Straits

Um passeio dos Molhes na Barra do Mampituba seguindo pela Beira Mar (Praia Grande), passando a Prainha (Praia do Meio) e chegando no Morro do Farol.

Ao Amanhecer...

https://youtu.be/_0FovxKbfPE

sábado, 31 de dezembro de 2011