Nunca subestime as forças da natureza e os raios possuem a capacidade de ocasionar "belos" estragos...
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terça-feira, 7 de dezembro de 2021
sexta-feira, 22 de outubro de 2021
Emerson Fittipaldi x Rio Mampituba
O bom e velho Mampituba impondo respeito até no bom e velho (na época guri) Emerson Fittipaldi... rsrs
O campeão mundial de Fórmula 1 comenta a respeito das aventuras que passou com os seus pais na mais bela praia do Rio Grande do Sul - Torres.
domingo, 26 de setembro de 2021
E a vida continua...
Não sei se o correto seria dizer "RENASCER". "RESSURREIÇÃO" é certo que não é. Acho que esta condição coube a uma só pessoa. Pelo menos é o que vem em minha lembrança no momento. Talvez o correto fosse equiparar por analogia à Phoenix, pássaro magnífico e fabuloso que segundo a lenda, ardia durante o dia e apagava nas trevas da noite, para que depois renascesse das cinzas. Mas isto também não seria correto, pois não aconteceu de eu morrer e muito menos com frequência.
Hoje completo onze anos de uma nova vida (26 de setembro de 2010) quando fui atingido por dois disparos de pistola que o destino me pregou. Eu não sei porque o "velhinho" lá em cima os desviou de um resultado desafortunado, para não dizer letal. Teria sido uma catástrofe (não para mim que teria ido embora dessa vida). Mas que o aviso foi dado e captado, ah! isto foi!
Vulgarmente falando, levei um belo "cagaço". kkkkkkkkkk
10 ou 15 centímetros próximo do cérebro e da coluna, são partes do corpo que se atingidas por projéteis, reagiriam de forma indesejada por qualquer ser humano.
São situações como estas que nos acordam para a vida e independentemente de nossa carga de problemas, o importante é superá-los e não se entregar ao desespero que, porventura deles possam advir. Temos de imitar a Phoenix; sair das cinzas para a vida.
Com a ajuda de alguma força superior a nossa fé nos deixa em alta e por isso achei interessante a analogia, porque a Phoenix não desiste e sim ressurge, toma força.
Mas sem inveja, mentiras e falsidade, nós podemos mesmo é buscar a inspiração em Deus que é o único que pode nos ajudar em momentos difíceis.
VIVER A VIDA!!!
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Nicotti
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09:30
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segunda-feira, 19 de novembro de 2018
Crônica escrita no Jornal de Casnate con Bernate
Em outubro de 1986 fui convidado pelo Sr. Franco Magenta, um dos responsáveis pelo Boletim Informativo da cidade de Casnate Con Bernate, para que escrevesse uma visão que eu (como estrangeiro que lá vivia) tinha acerca daquele "paese" (município).
Casnate Con Bernate é uma comuna italiana da região da Lombardia, Província de Como com cerca de 4.000 habitantes e distante 5 km da fronteira daquele país com a Suíça.
Casnate Con Bernate é uma comuna italiana da região da Lombardia, Província de Como com cerca de 4.000 habitantes e distante 5 km da fronteira daquele país com a Suíça.
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Ike Nicotti
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07:09
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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
O Verão Gaúcho
Eu amo as praias do Rio Grande Do Sul, aquela areia grossa de fazer
obra, aquele vento que lembra o furacão Catrina, aquela água que parece um
Nescau, aquela gente super boa que tá devendo até a alma e fica postando foto
com latão de Polar que comprou por R$ 3,09 no supermercado, é uma maravilha!
Experimenta esquecer as Havaianas e caminhar no paralelepípedo
quente com o sol do horário de verão, vai saber o que os muçulmanos chamam de “Queimar
no mármore do inferno".
Aquele supermercado lotado, cuspindo gente, a atendente super feliz
te atendendo com aquele uniforme de no mínimo 5 carnavais, um ventiladorzinho
no chão que mais parece a ventoinha do radiador jogando aquele vento quente na
cara e as padarias que todo mundo chega ás 18 horas e já não tem mais pão.
Aqueles retardados que passam com som a todo volume ouvindo funk,
dirigindo bêbados, de pés descalços, mexendo com as gurias na rua, buzinando a
uns 80 km/h levantando poeira e jogando brita nos pedestres.
As sorveterias que vendem o sorvete de 6 reais o litro por 40 reais
3 bolinhas com calda, ainda vai lá as crianças e pegam mais os M&Ms, coco
ralado, canudinho, etc. E vai pagando tudo - que custa 2 ou 3 reais o kg os
mesmos 40 reais do sorvete, porque afinal tudo é por peso.
Chega de noite o cidadão caminhando no centro com a sua familia, vai
lá tomar um capeta, 2 dedos de vodka vagabunda com leite condensado, um
saquinho de polpa de fruta com gelo feito em casa, bate tudo no liquidificador
que fez o de chocolate do cliente antes de você, mas tudo bem porque ele passou
uma aguinha antes, e te serve o copão de 500 ml por 15 PILA!.
Ai as crianças que já tomaram uns sorvetes depois da janta, tomam
uns golinho de capeta, ai elas é que viram os capetas. Decidem ir ao parque de
diversões, carrinho bate-bate e se matam naquela bosta achando que tão no “Velozes
e Furiosos”. Depois é a vez do Kamikaze, A PORRA DO KAMIKAZE que o dono do
parque deixa cinto estragado e porta estragada pra dar mais medo ainda, e as
pragas decidem andar naquilo. A mulher enchendo o saco dizendo é perigoso e o
pai dizendo; "deixa, é seguro, eu conheço o operador do brinquedo, ele que
tava tomando o capeta de chocolate antes da gente", este por sinal falou
pro patrão que era só uma batidinha sem álcool, mas pediu pro cara da banquinha
de bebidas enfiar 5 dedos de cachaça naquela porra só pra disfarçar.
Vai as cria andar no tal do "Kamikaze", E começa a mexer,
já tem gente pedindo pra descer como se tivesse tido uma premonição de todo
mundo morrendo. Ai desceu, aquela porra continua andando, e dá uma volta e
outra, e as cria gritando e berrando, "O PAAAIIII, OLHA EU", e o PAI:
"Cadê meu celular?", e aí o operador - mais pra lá do que pra cá,
resolve parar aquela porra de cabeça pra baixo. ESSA É A HORA, A HORA DO VÔMITO...
junta a janta, sorvete, os capetas e o Kamikaze, tá feito o estrago; aí vira
aquela centrifuga de criança e começa a extrair até a alma das pragas. Tu ficas
se perguntando: "DE ONDE VEIO ISSO TUDO, PORRA?". E desce as pragas,
e ainda pedem: “DE NOVO, DE NOVO!!!”
Ahhh!!! As praias do Rio Grande Do Sul... como eu poderia não amar???
Texto de Marco
Aurelio De Oliveira Pereira
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Ike Nicotti
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07:10
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terça-feira, 18 de abril de 2017
O Pioneirismo no Transporte Rodoviário de Passageiros
A Empreza Jaeger & Irmão é digna do bom nome, da grandeza e do
desenvolvimento rodoviário no Rio Grande do Sul
-------------------------------------------
Uma empreza que coopera com
efficiencia no transporte de passageiros, cargas e encommendas para vários
pontos do nosso Estado e de S. Catharina
-------------------------------------------
Uma organisação completa e
perfeita que conseguiu radicar-se no conceito do nosso alto commercio e do
publico rio-grandense
-------------------------------------------
Uma visita ao
escriptorio central da Empreza Jaeger & Irmão, às 3 horas da madrugada, na
occasião da partida de 4 dos seus modelares auto-omnibus para as praias
balneárias
-------------------------------------------
O bom nome da Empreza Jaeger & Irmão, já tinha
chegado até nós, porque ella é bastante conhecida, não só nesta capital e no
Estado, como através de suas fronteiras, como uma organisação completa e
modelarmente apparelhada ao fim a que se destina.
Alli, tudo prima, desde uma administração impeccavel,
ao capricho, zelo, seriedade e capacidade de organisação.
E a prova do que vimos de affirmar, ahi está em um
dos muitos serviços prestados pela Empreza Jaeger & Irmão, ao Rio
Grande do Sul desportivo, levando, em uma de suas viagens á Capital de São
Paulo o scratch que foi representar as cores do nosso Estado, no Campeonato
Brasileiro de Foot Ball.
Foi uma viagem que, embora desfavorecida pelo
tempo, chegou ao seu final em um lapso de tempo que muito recommenda a Empreza
Jaeger & Irmão.
Não somos só nós que assim dizemos. Os nossos
collegas da imprensa matutina desta capital já o disseram, não só em seus
serviços telegraphicos como em suas secções redactoriaes. Além deste optimo
serviço, que veio dizer do valor da Empreza dos irmãos Oscar e
Mario Jaeger, outros, aliás, de maiores vultos, vem ella prestando a
collectividade do Rio Grande do Sul: o transporte das malas do Correio para o
interior do Estado, com uma regularidade impeccavel e o transporte de todos os
jornaes diários da capital que chegam a seus pontos horas após a distribuição e
á Florianopolis no mesmo dia de sua circulação.
E taes factos nos deram ensejo para uma visita á Empreza
Jaeger 4.ª feira última, ás 3 horas da madrugada, hora da partida de
seus carros ás praias balneárias e a Florianopolis.
Alli chegando, fomos recebidos pelo sócio gerente
da Empreza
Jaeger & Irmão, sr. Oscar Jaeger, nome destacado em
nossos meios commerciaes e turfistas, a cujo desporte está ligado como criador
e proprietário de vários parelheiros em actuação no hippodromo dos Moinhos de
Vento.
Já era, pois, o illustre “turfman” nosso conhecido,
pelo que não foi difficil o nosso desejo visado.
Apresentado por este distincto amigo, fomos
conhecer o seu sócio, o sr. Mario Jaeger, a quem está entregue a
direcção geral dos vehículos, quando em transito.
Após ligeira e amistosa palestra, já na presença de
elevado numero de passageiros que aguardavam a hora da partida, conseguimos
bater as chapas que illustram esta reportagem e que melhormente dizem da
preferência publica pela conhecida Empreza portoalegrense, que tem seu
escriptorio central à Praça dos Bombeiros, 185.
Nada menos de 87 passageiros, estavam, conforme
presenciamos, confortavelmente accomodados, nos quatro caminhões, promptos para
partirem.
Os empregados da Empreza activos e sob a direcção
do fiscal geral nas viagens, zelavam pelas bagagens dos passageiros collocando
as em lugares adequados nos próprios caminhões.
E já estava na hora da partida. Esta não podia ser
retardada de accordo com as ordens do D.A.E.R., o sr. Mario Jaeger despede-se e
dá ordens. Os caminhões se põem em movimento, um atraz do outro e rumam aos
seus destinos.
Muitos adeus!... e Até a volta!...
O sr. Oscar Jaeger volta ao escriptorio,
onde nos prestou mais as seguintes e interessantes informações:
- Isto que os amigos estão vendo, é sempre.
- O movimento dia a dia, augmenta de uma maneira
phantastica, basta que lhe diga, não pode se attender a todos que nos procuram
nos dias de partidas.
É necessário que nos peçam para reservar lugares,
sempre com antecedência de um a dois dias, para que possamos attender a todos.
(Matéria publicada na revista A VOZ
DO TURF - Janeiro de 1940)
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Ike Nicotti
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23:11
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quinta-feira, 11 de agosto de 2016
terça-feira, 29 de março de 2016
Acariciando um "peixinho"
Um vídeo fantástico!!!
Tudo bem!!!! Tem louco pra tudo!!!
Mas o cara tinha que fazer carinho no "peixinho" com a boca do mesmo bem pertinho e em frente a genitália??? Vai querer viver perigosamente assim na PQP!!!!!!!!!
quarta-feira, 23 de março de 2016
Melissa x Mariajoana - Apostando corrida...
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
sábado, 12 de dezembro de 2015
A Família Nicotti - Origem
Chiesa di San Rocco - Vicenza
A
|
estória se repete. A tradição continua. 121 anos atrás, um jovem enfrentava a imensidão
do oceano em direção ao desconhecido, a procura de novos caminhos, assim como outros
milhares de italianos esperançosos em busca de novos ideais.
Com sua bagagem, levou sua tradição, seu
amor pela terra e a vontade de descobrir novos horizontes.
Comecei com a pesquisa sobre a origem de
meu antepassado, recompensada muito bem com o encontro de seu documento de um
«Registro de Roda» de uma igreja (fora abandonado num instituto de Vicenza);
ele partira sem qualquer documento que pudesse identificá-lo.
Meu bisavô tinha dezessete anos quando
chegou ao Brasil em julho de 1888 no vapor “Europa”. Regularizou sua situação
como estrangeiro em 1894, quando lhe enviaram da Itália a sua documentação.
Na realidade, o documento que lhe foi enviado da Itália, redigido em Vicenza em 9 de julho de 1891, foi endereçado da seguinte forma:
Na realidade, o documento que lhe foi enviado da Itália, redigido em Vicenza em 9 de julho de 1891, foi endereçado da seguinte forma:
... e, ainda que
o endereço não fosse muito exato, o documento chegou ao seu destino (quase três
anos depois).
Certificado de Nacionalidade do
Vô Florindo (e envelope)
Não obstante tenha o mesmo vindo para o Brasil
irregularmente, para não dizer clandestinamente, o mesmo não ocorreu com aquela
que seria sua futura esposa (Vó Délia), também proveniente da Itália.
A “Vó” Délia (ELISA SERAFINA ADELINA GOBBI)
veio com a família (pais e irmãos) para o Brasil em 1888, no mesmo navio. Tinha
sete anos e mesmo que a navegação tivesse durado vinte e três dias, meus
bisavós somente se conheceram em Porto Alegre, vários anos depois.
Passaporte dos meus antepassados
Casaram-se e tiveram um casal de crianças, dentre
eles, o meu Vô ARMANDO NICOTTI (pai de meu pai, CLÁUDIO ARMANDO DA SILVA NICOTTI).
Transcorridos três gerações, eu, um de seus
únicos descendentes, retornei a sua terra natal, atravessando aquele mesmo
oceano, na época em vinte e três dias em navios a vapor, hoje em dez horas com moderníssimos
aviões — também à procura de uma experiência de vida.
Dando
continuidade ao sobrenome NICOTTI¹,
mas tomando a direção contrária daquela seguida pelos meus bisavós (Itália - Brasil), concebi meu filho (PIER
CLAUDIO MICHELON NICOTTI) na terra natal de meu antepassado.
A primeira "Foto" de meu filho - Pier Cláudio, com 17mm (1,7cm).
Vinte e três anos atrás, me encontrava em Casnate
con Bernate (Como), uma localidade similar à Brêndola (Vicenza) ou Roncoferraro
(Mantova) onde meus antepassados habitavam, ou seja, mesmos costumes, mesma
gastronomia, mesmo modo de vida na qual viveram e que trouxeram ao Brasil. Senti-me
completamente satisfeito porque além de ter encontrado aquilo que procurava,
encontrei também, verdadeiros amigos.
Passado um século, acredito ter sentido aquilo
que meu bisavô teria sentido se tivesse retornado à Itália:
SENTI-ME EM CASA.
CURIOSIDADES QUANTO AO SOBRENOME
Com a pesquisa da origem de minha família
no Arquivo de Estado, trouxeram-me três grandes livros. Cada ano correspondia a
cada letra (letra “L” = 1869; “M” = 1870 e “N” = 1871).
1871 foi o último ano que a “roda” foi
utilizada.
Após ser introduzido na “Roda” que girada
acionava um pequeno sino, o nenê era registrado em um livro pelo padre que
designava o nome e sobrenome, observando algumas características (NASOTI,
relativo ao nariz, NEVATI, relativo ao clima ou cor, etc.).
Mas o que o ele quis dizer com
NICOTTI??
Abaixo seguem os sinônimos que
encontrei, já que a palavra Nicotina como substância química do cigarro (fumo),
fui forçado a descartar por tratar-se de um recém nascido:
NICOCIANA:
nicoziana
(antigo nome da planta do tabaco)
NICOTINA: (adj.) soporífero
SOPOR: sopore, assopimento, sonnolenza
SOPORATIVO: atto
ad addormentare
(fig.)
noioso, fastidioso
MODORRA: sonnolenza
da malati
sonno profondo
malattia negli ovini
(fig.)
stùpido, ottuso
SOPORE: sopor, modorra
¹ O sobrenome Nicotti foi “inventado”, ou seja, foi atribuído ao
meu bisavô pelo padre da Igreja San Rocco no Ospizio Infanti Abbandonati Vicenza quando o “esqueceram” na Roda daquela Instituição.
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Nicotti
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07:15
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Uma grande contadora de histórias
O crocodilo mau, os pobres, as galinhas "encarceradas", as bruxas, o céu, o plano espiritual.
De tudo um pouco!!! Sempre em defesa dos fracos e oprimidos...
Essa menininha já poderia dar palestras sobre oratórias a muito marmanjo por aí.
Esse poderia ser chamado também de NÃO FECHA A PORTA II.
domingo, 22 de novembro de 2015
Chuvinha básica em Porto Alegre
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Nicotti
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13:09
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domingo, 15 de novembro de 2015
Dá onda em Torres??
Compilação de fotos desde o final dos anos 70 (1979) e início dos 80, não editadas e, portanto, de baixa qualidade que foram registradas por mim, até os tempos de hoje; estas, com qualidade e técnica mais apuradas de autoria em sua maioria do fotógrafo Luis Reis.
Compilation of photos from the late 70s (1979) and early '80s, unedited and therefore of low quality that were recorded by me, until modern times, these, with quality and more accurate technique of authorship in his most photographer's Luis Reis.
Compilation of photos from the late 70s (1979) and early '80s, unedited and therefore of low quality that were recorded by me, until modern times, these, with quality and more accurate technique of authorship in his most photographer's Luis Reis.
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Oito razões para você viajar o mundo por 1 ano ou mais
Quem nunca sonhou em viajar o mundo? Mas quantos já realizaram este
sonho? Depois de ter vivido essa
incrível experiência, o casal criador do Projeto Projeto ViraVolta,, Carol Fernandes e
Alexis Radoux, nem conseguem mais imaginar como seria a vida deles sem isso.
Provavelmente você vai pensar o mesmo se você tentar.
Nossa vida está rodeada de paradigmas e sempre criamos desculpas que
nos impedem de viver o sonho de viajar pelo mundo. Carol e Alexis listaram 8
ótimos argumentos para abrir os seus olhos. Se você nunca pensou nessa
possibilidade, talvez você comece a pensar depois de ler isso.
1-
PORQUE A VIDA É UMA SÓ E VIAJAR O MUNDO É MUITO EXCITANTE: todos nós queremos
chegar na nossa velhice, olhar pra trás e pensar: a minha vida foi demais!
Queremos uma vida excitante e com histórias para contar. A vida é uma só e se
arrepender no final dela por não ter tentado é o pior que pode acontecer. Se
você sempre sonhou em viajar o mundo não espere mais.
2-
PORQUE VIAJAR O MUNDO PODE SER MAIS BARATO DO QUE FICAR EM CASA PAGANDO CONTAS: é isso mesmo! Ao
contrário do que todos pensam não é preciso ser milionário para viajar o mundo.
Em países baratos o custo médio de um viajante de longo prazo gira em torno de
700 dólares por mês. Agora faça as suas contas, você acha que consegue viver
com menos que isso pagando as contas em casa?
3-
PORQUE VOCÊ TEM SIM TEMPO PARA VIVER ESSA EXPERIÊNCIA: a expectativa média de
vida em países desenvolvidos varia de 70 a 80 anos de vida. Agora pense, o que
são 1, 2 ou 3 anos da sua vida vivendo uma aventura incrível? Talvez 3% da sua
vida! Ou seja, quase nada! O que você está esperando?
4-
PORQUE O MEDO JAMAIS DEVE IMPEDIR VOCÊ DE VIVER SEUS SONHOS: o medo é o que mais
segura as pessoas para viver o que realmente querem na vida e quando se trata
de largar tudo para viajar o mundo o medo é o maior inimigo. Eu também tive
medos, mas posso garantir que depois de viver essa aventura você vai entender
que o medo não faz o menor sentido. Tudo é muito mais fácil do que a gente
imagina.
5-
PORQUE VOCÊ VAI TER A CHANCE DE APRENDER MAIS QUE EM UMA VIDA INTEIRA: sair da sua bolha para
experimentar o mundo vai fazer você viver experiências incríveis e ver a vida
de uma forma completamente diferente. Viajar por longo prazo é como viver 10
vidas em uma. Faz você refletir, repensar, reaprender e descobrir coisas que
você nunca teria a chance em uma vida parado no mesmo lugar. Quais outras
experiências na vida vão te oferecer essa oportunidade única?
6-
PORQUE NUNCA É TARDE PARA VIVER UM SONHO: não existe idade certa para viver seus sonhos e nunca é tarde para
fazer acontecer. Se você já passou dos 30, 40, 50 e acha que é muito tarde para
viajar o mundo você está completamente enganado. Essa experiência pode ser
incrível em qualquer momento da vida.
7-
PORQUE SIMPLESMENTE É UMA DAS MELHORES COISAS A SE FAZER NA VIDA: imagina você sair do seu
cubículo do trabalho onde você passa 10 horas por dia para desfrutar as
melhores praias, conhecer os lugares mais incríveis, interagir com as
diferentes culturas, experimentar culinárias excêntricas, conhecer pessoas
inesquecíveis, passar meses sem despertador, não saber mais qual é o dia da
semana, poder decidir onde você quer estar na hora que você quiser… Se sentir
completamente livre como você nunca se sentiu antes! Precisa dizer mais o
porquê essa vai ser uma das melhores coisas a se fazer na sua vida?
8-
PORQUE VOLTAR DESSA EXPERIÊNCIA PODE SER MUITO MELHOR DO QUE VOCÊ IMAGINA: muitas pessoas deixam de
viver esse sonho com medo da incerteza da volta. Fique tranquilo, você
provavelmente vai voltar se sentindo uma pessoa melhor e mais consciente do que
você quer. A sua carreira não será destruída. Depois de meses entrevistando
viajantes de longo prazo, todos que voltaram para o mercado de trabalho se
dizem profissionais melhores e mais auto confiantes. E quase todos voltaram em
posições melhores em suas carreiras. E para quem decidiu mudar de ramo
completamente, se sentem extremamente felizes. Viva o momento e não se preocupe
com a volta, um novo mundo de oportunidades estará aguardando por você.
O mais difícil é decidir. Depois que você colocar na sua cabeça “vou
fazer”, tudo fica mais fácil.
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Melissa em Torres
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
The Passenger - Animação
Concluído em 2006, o passageiro foi criado em sua totalidade pelo artista Australiano Chris Jones durante um período de oito anos. A animação conta a história de um garoto que se vê obrigado a entrar em um ônibus, e já a bordo ele descobre que seria melhor enfrentar a tempestade. Veja abaixo o vídeo completo.
Tchê!!! Que desenho maluco!!!
É muito bom, mesmo!!!
domingo, 22 de abril de 2012
Coragem x Amor x Loucura
Tudo na vida é
temporário, porque tudo muda.
Voar tbém de Ultra Leve sobre o mar do Ceará, este uma verdadeira geringonça...
(malfeito, com muita fita isolante e funcionamento precário) onde me
perguntava:
- Mas esta porra de capacete vai servir pra que???
"É por isso que é preciso muita coragem para
amar...
...sabendo que pode acabar a qualquer momento, mas
com fé que irá durar para sempre!!!"
Pôxa!!!! Mas logo comigo, que nunca fui assim tão
corajoso!!!
Claro que coragem
não me falta, mas também... a gente nunca quer acreditar que amar resultasse
nisso!... rsssssssssssss
Mas devo dizer que
na minha vida, excedi um pouco...
Pulei das pedras na Guarita...
...ou da ponte sobre o Rio Mampituba na BR-101....
... ou ainda saltar de bung jump... (sem a proteção do colchão de ar) (*)
Quem sabe esquiar pela águas poluídas do Guaíba nos anos 80...
Descer os 3.000 m do Monte Groppera (Alpes),
sem nunca ter esquiado na
neve...
Voar de asa delta (voo livre) do Ferrabraz...
...voo duplo,
é claro! hehe
Voar tbém de Ultra Leve sobre o mar do Ceará, este uma verdadeira geringonça...
(malfeito, com muita fita isolante e funcionamento precário) onde me
perguntava: - Mas esta porra de capacete vai servir pra que???
Voar de Planador e qdo foi-me dado o comando, arremessei a aeronave
para um mergulho sem volta (tinha folga no manche, kkkkkk)
... e otras cositas más!!!
... como fazer um bifezinho básico...
... algumas aventuras em locais proibidos
(base da Cascata do Caracol)
ou outras como corridinhas de motocross no pelo!
Se estoporar todo nas brincadeiras com o skate
(mesmo depois de velho)...
Ou até levar alguns tirinhos de pistola (16 no carro)...
Mas estes não
foram atos de coragem...
e sim de loucura!!!!
Enfim...
na realidade...
“ A única coisa
que não muda
é que tudo muda o tempo todo.”
(*) mas isto não aconteceu de graça! Ocorre que eu não poderia pular, pois não estava inscrito. A não ser naquele momento que cheguei,
antes de todos e antes até do colchão. Feito para mim!!!
Posted by
Nicotti
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03:21
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