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terça-feira, 22 de março de 2022

Dia Mundial da Água

Todos os dias deveriam ser celebrados como o Dia Mundial da Água. Esta data foi instituída pela ONU, em 22 de março de 1992, com a finalidade de conscientizar a população a respeito deste precioso bem.

O futuro da humanidade depende da preservação da natureza e dos recursos naturais, sendo a água um dos elementos primordiais e indispensáveis à manutenção e sobrevivência da vida na Terra, seja animal, vegetal ou humana.

Praticamente todos os seres vivos necessitam de água para sobreviver.


Quanto ao ser humano, 75% de nosso principal órgão, o cérebro. é composto de água e a maior parte de nosso corpo é formada por água: ela representa, em média, 60% de tudo o que existe dentro da gente.

Portanto, não a desperdice!!!

sexta-feira, 4 de março de 2022

Os maiores crimes contra a cozinha italiana

12. Criminosos!

YouGov realizou uma pesquisa em uma grande amostra de pessoas (mais de 19.000 de 17 países diferentes) sobre quais eram as cozinhas mais populares do mundo e a cozinha italiana foi considerada a mais apreciada igual com 89%!

Por isso, considerando a popularidade mundial da culinária italiana, o próprio YouGov realizou uma segunda pesquisa, desta vez envolvendo apenas italianos, propondo a eles alguns hábitos internacionais relacionados à realização de alguns pratos italianos muito difundidos pelo mundo, mas que são originalmente italianos. O que emerge são 10 práticas que, para um italiano, são na verdade crimes contra sua cozinha!

E cuidado, se você é italiano ou é um seguidor fiel das tradições gastronômicas italianas, as imagens a seguir podem ofender sua sensibilidade


11. Comer macarrão com pão de alho (bruschetta)

Imagine encontrar, em um cardápio, um prato de massa servido com uma bruschetta (pão de alho)... Preferimos nem comentar esta heresia!


10. Não adicionar sal à água fervente

Ao fazer macarrão, é tão natural colocar sal na água fervente, quanto tomar café pela manhã. Bom, pela pesquisa isso é muito normal na Itália, mas nem tanto em alguns países. Quem sabe é por isso que a massa que eles cozinham no exterior muitas vezes não tem muito gosto?

Ainda bem que aqui no Brasil é um hábito salgar a água, mas lembre-se, nada de colocar óleo!


9. Tomar um cappuccino após as refeições

Você já pediu um cappuccino depois do almoço? E depois de um jantar? Mas como você tem coragem de fazer isso?! Cappuccino rima com "mattino" (manhã em italiano) e isso já diz tudo!


8. Lavar ou resfriar o macarrão cozido em água fria

Este poderia ser considerado um erro conceitual, afinal, ao lavar a massa, você está tirando todo o sabor dela, inclusive o sal que colocou na água do cozimento bem como o amido que vai dar liga ao molho. Além de não lavar, lembre-se de guardar um pouco da água de cozimento, mas...


7. Adicionar queijo ralado a um prato de massa com peixe

A Itália tem a sorte de estar rodeada pelo mar e por isso eles tem um certo hábito e cultura sobre os pratos de peixes e frutos do mar, e é por isso que nunca sonhariam em estragar o peixe com queijo, por melhor que seja o Parmigiano Reggiano. Nunca!



6. Preparar o Carbonara com o creme

Como bem escrevemos em um artigo dedicado a este mito da cozinha italiana "Para prepará-lo de maneira artesanal, a receita tradicional deve ser seguida e os ingredientes certos devem ser escolhidos: massa, bacon, ovos, Parmigiano Reggiano, água de cozimento da massa , sal e pimenta e NUNCA creme de leite!"


5. Cortar a massa com a faca

É muito comum vermos, quando se trata de massas longas, como espaguete e talharim, que as pessoas lançam mão da faca para comer, não confiando exclusivamente no poder do garfo. Já faz algum tempo que os italianos se perguntam sem ter uma resposta: por que eles fazem isso?


4. Usar a massa como acompanhamento

Este é um erro grave porque é conceitual: a massa é a base de um primeiro prato italiano, não pode e nunca poderia ser um acompanhamento.


3. Pizza com abacaxi

Gostaríamos de saber quem foi o primeiro a servir esta pizza como sendo italiana! Não sabemos se você já experimentou, mas por lá, eles acham difícil até olhar para a foto!


2. Colocar o macarrão em água fria e deixar ferver

Também neste caso o erro é grave porque é conceitual. Colocar a massa em água fria significa forçá-la a absorver mais líquido do que deveria e, sobretudo, de forma errada. Resultado: uma massa desbotada e mole. Começamos a entender porque as massas na Itália são exatamente as melhores da vida...


1. Colocar o ketchup no macarrão

Inevitável, em primeiro lugar da nossa galeria de horrores, desculpe, galeria de erros, está o macarrão com ketchup. Você nunca, mas nunca vai encontrar massas com ketchup em um restaurante ou mesas italiana. Ketchup é um molho açucarado, com sabor asséptico, impossível de imaginar no lugar de um clássico molho de tomate fresco, com algumas folhas de manjericão. Impossível!


Mélanie Moreira

https://www.msn.com/pt-br/receitasebebidas/noticias-e-receitas/os-maiores-crimes-contra-a-cozinha-italiana-j%C3%A1-cometeu-algum-deles/ss-AAUB7A6


quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Como se desconectar da vida digital em seis passos


Sem Internet, sem TV, sem telefone... Sem problema.

Se você comemora quando a bateria do celular acaba, cheira as páginas dos livros com romantismo e inclusive começa a olhar o micro-ondas com certa ressalva, talvez você precise de um descanso digital e um pouco de prazer na vida tradicional.


A evolução tecnológica está tão implantada na vida cotidiana que permite a substituição de tarefas entediantes por coisas mais simples e mais ágeis. As vantagens da mensagem eletrônica e instantânea, da internet em geral e dos chips instalados em inúmeras ferramentas à nossa volta são inegáveis.

Mas se ao entrar na sua cozinha você se lembra de 2001: Uma odisseia no espaço e anseia recuperar o controle sobre seu entorno, chegou a hora de regressar à vida analógica e prestar uma pequena homenagem a ela. Até que ponto o mundo digital ajuda você e desde quando ele assumiu essa parcela de sua vida em que reinavam a liberdade e o gosto por fazer as pequenas coisas?

1. Leia, viaje com a mente, mas de verdade.

Não deixe ninguém guiar por você. A televisão, o computador e o celular podem oferecer conteúdos emocionantes, mas deixam pouca margem para sua imaginação. Recupere o livro, o quadrinho, convide-se a recriar o que lê, construir ambientes, retratos, vozes e rostos.

Seja seu próprio motorista na viagem. Com certeza você se lembra de um filme baseado em um romance que tinha lido e... não era o mesmo. Sua história sempre foi melhor e a produção ignorou vários detalhes que em sua versão eram mais ricos.

2. Desenhe, escreva, modele.

Seja livre em suas criações. É possível que em alguns momentos você sinta a necessidade de usar as mãos. Claro. Toda essa superfície de pele que nos cobre pode ser uma varinha mágica. Você já tocou a argila e tentou modelar alguma coisa? O cursor é muito limitado. Manche-se, amasse, deixe seus dedos aproveitarem.

Afunde a mão na tinta, aperte um punhado de barro, deixe o giz de cera fluir sozinho. Embora o desenho, como o exercício físico, seja retroalimentado com a prática, não é necessário ser um artista. A magia é se deixar levar, curtir, recriar ideias espontâneas e tocar, tocar coisas, usar cores, organizar palavras manuscritas e encontrar a música que só você sabe. O mouse do computador é um instrumento tão restrito se o comparamos com suas mãos....

3. Corra, dance, caminhe, faça ioga, plante bananeira, suba uma montanha.

Patine, caminhe no parque. Seus pés não merecem menos que suas mãos – e movem o resto do seu corpo. Desfrute deles. Mexa-se e crie seu próprio videogame. Implique-se. A realidade virtual é muito real, mas o real é sempre muito mais autêntico. Fazer a compra via internet pode ser muito prático, mas apertar um abacate para escolher o ponto de maturidade não tem preço.

Utilize a versão on-line para o inevitável, quando o tempo é insuficiente. Aproveite uma caminhada entre as lojas para escolher o produto mais apetitoso, envolva-se nos cheiros da fruta fresca e na conversa alegre com o açougueiro.

"A realidade virtual é muito real, mas o real é sempre muito mais autêntico”.

4. Cozinhe e coma. Pare de fotografar a comida.

Pratique um relacionamento íntimo com os alimentos, mais além de publicá-los. É uma satisfação e energia para seu corpo e mente, e uma forma extra de criatividade. Você realmente se importa com o que os outros comem? Seria interessante analisar o porquê.

Uma refeição saudável e saborosa só pode ser melhorada com o ambiente certo na companhia das pessoas que sempre desejamos por perto. Saboreie, mastigue e prolongue esse momento no tempo. Uma foto nunca irá capturar essa essência.

5. Vigie seu clone digital de perto.

Atenção às redes sociais. Elas são boas para recuperar amizades, para se conectar com elas, para compartilhar momentos. Mas o melhor sempre é usá-las para facilitar esses momentos ao vivo e em cores, relacionar-se pessoalmente, conversar. Apresente seus amigos, saia para jantar, recomende o que você gosta, faça compras em grupo... E perca-se, por favor, andando e dirigindo.

Não é necessário seguir sempre o caminho traçado. Você vai descobrir novos lugares, vai fazer esporte, vai sentir a liberdade. Desligue o GPS do seu celular. Não é necessário que todos saibam onde você está em cada momento. Quando pensamos bem sobre isso, encontramos mais vantagens do que inconvenientes.

6. E se tiver desconectado completamente.

Se sua vida avança rumo ao passado, é provável que você tenha superado o famoso FOMO (Fear Of Missing Out) para sempre. Esse medo da exclusão por estar desatualizado, de modo que devemos nos conectar para não sofrer, terá ido parar em um lugar distante da preocupação cotidiana. Na verdade, a evolução do FOMO é o POMO (Pleasure Of Missing Out). A evolução digital quis recompensar com um nome esse prazer que sentimos ao permanecer deitado no sofá de casa quando você “deveria” estar em um evento social. Ou fazer biscoitos quando “deveria” estar na internet vendo o que e onde seu chefe comeu.

É o triunfo da vida privada, da pantufa e do eu com bolhas na banheira que olha com satisfação o celular desligado. O sucesso dos muffins preparados em família, com o tablet bem guardado na gaveta. É a jardinagem noturna, enquanto seu vizinho vende roupas na internet, o dia na piscina sem celular, não ter conexão no meio do mato.

Quando o homem domina a máquina, e não o contrário, a tecnologia é apenas uma ferramenta a serviço da necessidade. A virtude da revolução digital é sua capacidade de se integrar no cotidiano sem destruir a magia de ser humano.



Publicado no site https://thedailyprosper.com em 13.06.2018

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Batida de Sonhos de Valsa e Brigadeiro de Pistache - RECEITAS



Fuja um pouco das receitas tradicionais de brigadeiro e 
faça um novo sabor bem gostoso e diferente dos demais.

1. Ingredientes para fazer o brigadeiro de pistache.
- 200 gramas de pistache fresco (sem sal e sem casca)
- 1½ lata de leite condensado
- 1 colher de sopa de manteiga

2. Fazendo o brigadeiro de pistache. 
Coloque o pistache num triturador e espere até que ele fique parecendo uma farofa. Se você não tiver um processador de alimentos, pode fazer no liquidificador mesmo. Feito isso, misture essa farofa com o leite condensado e a manteiga e leve ao fogo baixo, mexendo sempre até que se solte do fundo da panela. O ponto é igual ao do brigadeiro tradicional.

Depois é só ir enrolando como brigadeiros tradicionais e se quiser, passe-os sobre o  pistache, mas menos triturado ou em outro enfeite de seu gosto.

sábado, 10 de janeiro de 2015

Significado Psicológico dos Alimentos


1. Carne: Simboliza a necessidade de incorporar emoções (paixões, propensões e rejeições). 

2. Peixes e crustáceos: Ligados à fecundidade e forças plásticas (mobilidade)

3. Ovos: É a renovação periódica da natureza, tranqüilidade, estabilidade, segurança e descanso. Pode no homem representar ação e na mulher, reflexão.

4. Leite: O primeiro alimento, ou seja, a mãe, o seio materno, a proteção e a fecundidade. 

5. Queijo: Carência psicológica de algo essencial e simples.

6. Pão: Crescimento e transformação profunda, pureza e sacrifício. É indispensável psicologicamente, pois representa as energias da terra (grão, cereal e sal), o fogo (cozimento), a água (mistura) e o ar (fermentação). 

7. Massa e Mistura: A mistura é símbolo de matéria sem forma definida: união do elemento líquido (água, leite) com o elemento terra (farinha). Misturar representa criar, "penetrar" na matéria, e nos remete à contemplação da força germinativa poderosa e inicial. Liberta o ser humano das rígidas preocupações com a "forma". É um prato informal e lúdico, primitivo e genuíno. Portanto, parecerá triste para um apreciador lúdico uma sopinha miserável. 

8. Arroz: Símbolo de felicidade (ex: jogamos arroz nos recém-casados). Por isso, devemos consumi-lo vagarosamente.

9. Doces: Representam festa, prazer, afetividade, prêmio, gratificação, recompensa infantil e regressiva, mas também consolo. 

10. Mel: Carência psicológica de doçura, talvez materna, que alivia a dor e o ferimento. É a individualidade de si mesmo. 

11. Frutas: Representam abundância, riqueza e fertilidade da terra, descendência e criatividade espiritual. 

12. Verduras e hortaliças: Unidade fundamental da vida e de suas constantes possibilidades germinativas. 

13. Azeite: Prosperidade e fraternidade. O amarelo pode ser a representação do sol. 

14. Sal: Ambivalente. Conservação e corrosão dos alimentos. É a oposição e negação. Pode ser também mediação, estabilidade e equilíbrio, por isso é tão ambíguo. 

15. Água: Fonte de vida, alimento primário e essencial, de regeneração e purificação. 

16. Vinho: Simboliza para o homem o fogo que se espalha pelo peito. Queima, excita e inflama. Na mulher, representa a água, relaxa, faz esquecer, afunda. Pode ainda representar vida interior fecunda e positiva. 

17. Café: Bebida de "adultos". Desperta a atenção e confere certa dignidade, intelectualidade. Bom em pequenas doses. 

18. Chá: Representado por pensamentos ágeis, fluentes e leves. Liberta a fantasia e a imaginação viva e tranquila. Bebida da sabedoria.

domingo, 1 de setembro de 2013

O que faz bem pra saúde? - Luis Fernando Veríssimo


Cada semana, uma novidade.
A última foi que pizza previne câncer do esôfago.
Acho a maior graça.
Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas peraí, não exagere...
Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.
Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0 km.
Ler um bom livro faz eu me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois eu rejuvenesço uns cinco anos.
Viagens aéreas não me incham as pernas, me incham o cérebro, volto cheio de idéias.
Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
E telejornais os médicos deveriam proibir - como doem!
Essa história de que sexo faz bem pra pele acho que é conversa, mas mal tenho certeza de que não faz, então, pode-se abusar.
Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo faz muito bem: você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde.
E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda.
Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou muzzarela que previna.
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, UAU!
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca.
Beijar é melhor do que fumar.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Tomo pouca água, bebo mais que um cálice de vinho por dia, faz dois meses que não piso na academia, mas tenho dormido bem, trabalhado bastante, encontrado meus amigos, ido ao cinema e confiado que tudo isso pode me levar a uma idade avançada.
Sonhar é melhor do que nada.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Dia 29 - Gnocchi della Fortuna


A história que envolve o nhoque.

Muitos acreditam na simpatia do nhoque da fortuna, que a cada mês tem mais simpatizantes, seja pela esperança ou pela oportunidade de partilhar com amigos este momento de tradição.

Conta a história que São Pantaleão, num dia 29 de dezembro, vestido de andarilho, perambulava por um vilarejo, em algum lugar da Itália. Com fome, bateu à porta de uma casa e pediu comida. Foi recebido por um casal que, mesmo com certa desconfiança, o convidou para sentar-se à mesa com eles. Como eram pobres e os tempos eram difíceis, não tinham muito o que comer. O único alimento eram nhoques, que dividiram com o Santo: sete nhoques para cada um. São Pantaleão comeu, agradeceu a acolhida e se foi. Para a grande surpresa, ao retirar a mesa, o casal encontrou embaixo dos pratos moedas de ouro.

A simpatia é simples: coloca-se uma nota de qualquer valor sob o prato com nhoque. Pode ser dólar, real ou qualquer moeda estrangeira. Em seguida fique de pé e concentre-se para iniciar o ritual. No prato, separe sete nhoques e coma um a um. Para cada nhoque, faça um pedido diferente. Depois, sente-se e saboreie o restante do prato, de preferência com um bom vinho italiano. O dinheiro colocado sob o prato deve ficar guardado até o próximo dia 29, para garantir a fartura. Outros dizem que deve ser dado a alguém que necessite ou usado quando for feita nova simpatia.