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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Poema de Mulher




Que mulher nunca teve
Um sutiã meio furado,
Um primo meio tarado,
Ou um amigo meio viado?

Que mulher nunca tomou
Um fora de querer sumir,
Um porre de cair
Ou um lexotan para dormir?

Que mulher nunca sonhou
Com a sogra morta, estendida,
Em ser muito feliz na vida
Ou com uma lipo na barriga?

Que mulher nunca pensou
Em dar fim numa panela,
Jogar os filhos pela janela
Ou que a culpa era toda dela?

Que mulher nunca penou
Para ter a perna depilada,
Para aturar uma empregada
Ou para trabalhar menstruada?

Que mulher nunca comeu
Uma caixa de Bis, por ansiedade,
Uma alface, no almoço, por vaidade
Ou, um canalha por saudade?

Que mulher nunca apertou
O pé no sapato para caber,
a barriga para emagrecer
Ou um ursinho para não enlouquecer?

Que mulher nunca jurou
Que não estava ao telefone,
Que não pensa em silicone
Ou que "dele" não lembra nem o nome?


Só as mulheres para entenderem o significado deste poema!
Estamos em uma época em que:

"Homem dando sopa, é apenas um homem distribuindo alimento aos pobres"

"Pior do que nunca achar o homem certo é viver pra sempre com o homem errado"

"Mais vale um cara feio contigo do que dois lindos se beijando"

"Se todo homem é igual, porque a gente escolhe tanto???"

"Príncipe encantado que nada... 
Bom mesmo é o Lobo Mau!!!
Que te ouve melhor...
Que te vê melhor...
E ainda te come!!!"

terça-feira, 9 de maio de 2017

P.L nº 18/2017 - Nova Schin x Stella Artois x Churrasco


LEVAR NOVA SCHIN PARA CHURRASCO E SÓ BEBER STELLA ARTOIS
SERÁ CONSIDERADO CRIME

Foi apresentado na Câmara de Deputados hoje projeto de lei que deve criminalizar o ato de levar uma cerveja mais barata a churrascos e beber apenas as mais caras.

O objetivo do PL nº 18/2017, segundo o deputado Heitor Bier (PQ-PR), é proteger quem leva cervejas mais caras a eventos do tipo.

“É simplesmente um absurdo a pessoa chegar com seis latinhas de Itaipava ou Glacial num churrasco e tomar as doze long necks de Stella que outra pessoa trouxe ainda quentes, antes dos outros”, disse Heitor. “E isso é o que mais acontece.”

Um estudo do instituto Nupal (Núcleo de Pesquisas para a América Latina) divulgado nesta semana comprova que esta é uma situação comum. “Quem leva cerveja barata nunca bebe a que levou”, disse o estudo. “Fala que está quente e esconde no fundo da geladeira ou do isopor e vai embora antes que se chegue nelas.”

“A pessoa acaba fazendo o resto do churrasco acordar de caganeira e ele, lindão e sem ressaca”, disse o deputado. A pena será de detenção de seis meses a um ano e expulsão de todos os churrascos em território nacional.

“Ainda estou tentando passar uma emenda que transforma o ato de levar cachaça em embalagem PET tipo Corotinho e beber vodca importada dos outros seja crime hediondo”, disse.

O deputado é autor de outro projeto de lei que permite a quem ganhou presente pior que o que deu no amigo secreto possa levar seu próprio presente para casa.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

The Beatles x Jimmy Page (Led Zeppelin)

Jimmy Page gravou uma faixa para o filme dos Beatles em 1964
Antes de fazer parte da banda de rock Led Zeppelin, Jimmy Page foi músico de estúdio e participou de diversas gravações de artistas conhecidos. Entre eles, pode-se destacar o The Who, Donovan e Joe Cocker.

A princípio, ele nunca teve a oportunidade de gravar com os Beatles. No entanto, um artigo publicado por Tony Barrell sete anos atrás revelou que Page participou da gravação de uma faixa para o filme dos garotos de Liverpool, “A Hard Day’s Night”.
A publicação conta que, em 1964, ele chegou ao EMI Studios, em Londres, sem saber direito quem o havia contratado e o que iria tocar. Ao examinar a música proposta, Page logo percebeu que se tratava de uma gravação para o filme dos Beatles.

O guitarrista gravou a segunda guitarra da faixa “Ringo’s Theme”, que era uma versão instrumental da música “This Boy” de John Lennon e Paul McCartney.

Fontes: GuitarLoad ou Guitar World
Publicado no Blog Diário dos Beatles - http://diariodosbeatles.blogspot.com.br/

sábado, 22 de abril de 2017

Incrível Profecia

A crônica abaixo foi escrita e publicada em 26 de outubro de 1999. Naquela oportunidade o Grêmio já havia sido rebaixado para a segunda divisão sete anos antes e conquistado a Libertadores da América e o Mundial no ano de 1983 (havia dezesseis anos).

O Inter, à época em que o comentarista esportivo publicou o presente artigo, nunca havia sido rebaixado para a divisão inferior. Em contrapartida, não tinha tido até então a mesma felicidade que o seu rival (Grêmio), que já ostentava a condição de campioníssimo. Isso somente veio acontecer sete anos depois (no ano de 2006), quando o Inter também sagrou-se campeão dessas competições, igualando-se ao Grêmio.

Quando se aproximava o final do campeonato brasileiro de 2016 e o risco de rebaixamento do Inter tornava-se cada vez mais evidente, eu me recordava dessa crônica, que havia lido dezessete (17) anos antes. E aquilo que estava nela escrito, infelizmente veio acontecer... como fora profetizado!!!

De consolo, tive apenas o fato (o texto não cogitou a possibilidade desse acontecimento se repetir) do Grêmio novamente ter sentido o calor do inferno (rebaixamento para a segunda divisão) muito antes da tragédia colorada.

C’est la vie!!!


Não sei se estou ficando louco com estas projeções que fazem sobre as possibilidades do Internacional descer à segunda divisão, mas o fato é que descobri num volume antigo de profecias a Centúria 432 de Nostradamus, Livro 6, que se assemelha muito com a situação vivida atualmente pelo futebol gaúcho.

Eis a profecia:

“Durante séculos litigarão nas proximidades das geleiras duas tribos, a dos três matizes e a de brasão purpúreo (vermelho). As legiões dos três matizes conhecerão a quase dizimação e, depois de lambidas pelas labaredas do inferno, dominarão o continente e serão agraciadas e reconhecidas no Oriente. A tribo do brasão purpúreo conhecerá também o calor dos infernos, mas se recobrará e ostentará também domínio continental e planetário”.

É impressionante esta profecia de Nostradamus que tenho aqui na minha frente. Muita gente pode acreditar que não se refere à dupla Gre-Nal e sim a nações que povoaram ou povoarão o mundo.

Mas em tudo parece ser a rivalidade Gre-Nal: “três matizes” é o mesmo que tricolor. “Brasão purpúreo” é a cor dominante do Internacional. Adapta-se também à profecia quando determina que “as legiões dos três matizes serão lambidas pelas labaredas do inferno”: foi o caso do Grêmio quando baixou para a segunda divisão, exatamente como descreveu Nostradamus.

Mais adiante a profecia fala que os três matizes “dominarão o continente (isto é, serão campeões da Libertadores) e serão agraciados e reconhecidos no Oriente (Tóquio)”.

E por fim prevê que o Internacional (brasão purpúreo) “conhecerá também o calor dos infernos (segunda divisão)”, mas se recobrará e acabará algum dia campeão da América e campeão do mundo.

Estou mostrando este velho livro de profecias em que descobri esta centúria de Nostradamus para os colegas daqui do jornal e eles quase não acreditam no que leem. É arrepiante! 
E tem uma aparência extraordinária com os fatos que já se desenrolaram e estão se desenrolando.

Para mim não resta dúvida de que Nostradamus previu que o Grêmio e o Inter baixariam à segunda divisão. E previu também que ambos seriam campeões da América e do mundo.

Sobre o Grêmio, toda a profecia de Nostradamus, já se cumpriu. 
Falta só o Inter cair para a segunda divisão e ganhar a Libertadores e o Mundial.

Tem mais uma coisa: pode ser que não seja este ano que o Inter caia para a segunda divisão, Nostradamus nunca se refere a datas em suas profecias.

Mas um dia vai cair.

O consolo é que é o mesmo Nostradamus quem afirma que um dia o Inter será campeão da América e do mundo.

E o Inter imitará o Grêmio. 
Quem viver verá.

É de arrepiar!


Coluna do jornalista Paulo Santana                                                                                                                                         
Publicada no Jornal Zero Hora, edição de 26 de outubro de 1999.

terça-feira, 18 de abril de 2017

O Pioneirismo no Transporte Rodoviário de Passageiros




A Empreza Jaeger & Irmão é digna do bom nome, da grandeza e do desenvolvimento rodoviário no Rio Grande do Sul

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Uma empreza que coopera com efficiencia no transporte de passageiros, cargas e encommendas para vários pontos do nosso Estado e de S. Catharina

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Uma organisação completa e perfeita que conseguiu radicar-se no conceito do nosso alto commercio e do publico rio-grandense

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Uma visita ao escriptorio central da Empreza Jaeger & Irmão, às 3 horas da madrugada, na occasião da partida de 4 dos seus modelares auto-omnibus para as praias balneárias

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O bom nome da Empreza Jaeger & Irmão, já tinha chegado até nós, porque ella é bastante conhecida, não só nesta capital e no Estado, como através de suas fronteiras, como uma organisação completa e modelarmente apparelhada ao fim a que se destina.

Alli, tudo prima, desde uma administração impeccavel, ao capricho, zelo, seriedade e capacidade de organisação.

E a prova do que vimos de affirmar, ahi está em um dos muitos serviços prestados pela Empreza Jaeger & Irmão, ao Rio Grande do Sul desportivo, levando, em uma de suas viagens á Capital de São Paulo o scratch que foi representar as cores do nosso Estado, no Campeonato Brasileiro de Foot Ball.

Foi uma viagem que, embora desfavorecida pelo tempo, chegou ao seu final em um lapso de tempo que muito recommenda a Empreza Jaeger & Irmão.

Não somos só nós que assim dizemos. Os nossos collegas da imprensa matutina desta capital já o disseram, não só em seus serviços telegraphicos como em suas secções redactoriaes. Além deste optimo serviço, que veio dizer do valor da Empreza dos irmãos Oscar e Mario Jaeger, outros, aliás, de maiores vultos, vem ella prestando a collectividade do Rio Grande do Sul: o transporte das malas do Correio para o interior do Estado, com uma regularidade impeccavel e o transporte de todos os jornaes diários da capital que chegam a seus pontos horas após a distribuição e á Florianopolis no mesmo dia de sua circulação.

E taes factos nos deram ensejo para uma visita á Empreza Jaeger 4.ª feira última, ás 3 horas da madrugada, hora da partida de seus carros ás praias balneárias e a Florianopolis.

Alli chegando, fomos recebidos pelo sócio gerente da Empreza Jaeger & Irmão, sr. Oscar Jaeger, nome destacado em nossos meios commerciaes e turfistas, a cujo desporte está ligado como criador e proprietário de vários parelheiros em actuação no hippodromo dos Moinhos de Vento.

Já era, pois, o illustre “turfman” nosso conhecido, pelo que não foi difficil o nosso desejo visado.

Apresentado por este distincto amigo, fomos conhecer o seu sócio, o sr. Mario Jaeger, a quem está entregue a direcção geral dos vehículos, quando em transito.

Após ligeira e amistosa palestra, já na presença de elevado numero de passageiros que aguardavam a hora da partida, conseguimos bater as chapas que illustram esta reportagem e que melhormente dizem da preferência publica pela conhecida Empreza portoalegrense, que tem seu escriptorio central à Praça dos Bombeiros, 185.

Nada menos de 87 passageiros, estavam, conforme presenciamos, confortavelmente accomodados, nos quatro caminhões, promptos para partirem.

Os empregados da Empreza activos e sob a direcção do fiscal geral nas viagens, zelavam pelas bagagens dos passageiros collocando as em lugares adequados nos próprios caminhões.

E já estava na hora da partida. Esta não podia ser retardada de accordo com as ordens do D.A.E.R., o sr. Mario Jaeger despede-se e dá ordens. Os caminhões se põem em movimento, um atraz do outro e rumam aos seus destinos.

Muitos adeus!... e Até a volta!...

O sr. Oscar Jaeger volta ao escriptorio, onde nos prestou mais as seguintes e interessantes informações:

- Isto que os amigos estão vendo, é sempre.

- O movimento dia a dia, augmenta de uma maneira phantastica, basta que lhe diga, não pode se attender a todos que nos procuram nos dias de partidas.

É necessário que nos peçam para reservar lugares, sempre com antecedência de um a dois dias, para que possamos attender a todos.


(Matéria publicada na revista A VOZ DO TURF - Janeiro de 1940)