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quinta-feira, 29 de março de 2012

Adriana Calcanhotto - Fico Assim Sem Você

Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo...

Ano de Eleições


Apesar deste vídeo ter sido produzido em abril de 2010, o protagonista (principal) do vídeo está em evidência na mídia, nos dias atuais.

Mas não é pelo relevante empenho no exercício de suas atividades em prol do povo que o elegeu.

Muito antes pelo contrário!!!

O mesmo encontra-se envolvido com um dos chefes de jogos ilegais (caça-niqueis) recebendo do contraventor um "dinheirinho" extra. Parece que nesta entrevista ele já previa o recebimento de uma verba indireta. Não esclareceu, porém, que  não entrava diretamente no bolso, pq milhões não cabem assim facilmente nos bolsos!!!

Livro do Desassossego - Fernando Pessoa

(...) E assim sou, fútil e sensível, capaz de impulsos violentos e absorventes, maus e bons, nobres e vis, mas nunca de um sentimento que subsista, nunca de uma emoção que continue, e entre para a substância da alma. Tudo em mim é a tendência para ser a seguir outra coisa; uma impaciência da alma consigo mesma, como com uma criança inoportuna; um desassossego sempre crescente e sempre igual. Tudo me interessa e nada me prende. Atendo a tudo sonhando sempre; fixo os mínimos gestas faciais de com quem falo, recolho as entoações milimétricas dos seus dizeres expressos; mas ao ouvi-lo, não o escuto, estou pensando noutra coisa, e o que menos colhi da conversa foi a noção do que nela se disse, da minha parte ou da parte de com quem falei. Assim, muitas vezes, repito a alguém o que já lhe repeti, pergunto-lhe de novo aquilo a que ele já me respondeu; mas posso descrever, em quatro palavras ortográficas, o semblante muscular com que ele disse o que me não lembra, ou a inclinação de ouvir com os olhos com que recebeu a narrativa que me não recordava ter-lhe feito. Sou dois, e ambos têm a distância - irmãos siameses que não estão pegados. Nós nunca nos realizamos.
Somos dois abismos — um poço fitando o Céu.

Invejo — mas não sei se invejo — aqueles de quem se pode escrever uma biografia, ou que podem escrever a própria. Nestas impressões sem nexo, nem desejo de nexo, narro indiferentemente a minha autobiografia sem fatos, a minha história sem vida. São as minhas Confissões, e, se nelas nada digo, é que nada tenho que dizer.

Que há de alguém confessar que valha ou que sirva? O que nos sucedeu, ou sucedeu a toda a gente ou só a nós; num caso não é novidade, e no outro não é de compreender. Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens com o que sinto. Faço férias das sensações. Compreendo bem as bordadoras por mágoa e as que fazem meia porque há vida. Minha tia velha fazia paciências durante o infinito do serão. Estas confissões de sentir são paciências minhas. Não as interpreto, como quem usasse cartas para saber o destino. Não as ausculto, porque nas paciências as cartas não têm propriamente valia. Desenrolo-me como uma meada multicolor, ou faço comigo figuras de cordel, como as que se tecem nas mãos espetadas e se passam de umas crianças para as outras. 

Cuido só de que o polegar não falhe o laço que lhe compete. Depois viro a mão e a imagem fica diferente. E recomeço.
Viver é fazer meia com uma intenção dos outros. Mas, ao fazê-la, o pensamento é livre, e todos os príncipes encantados podem passear nos seus parques entre mergulho e mergulho da agulha de marfim com bico reverso. Crochê das coisas… Intervalo… Nada…

De resto, com que posso contar comigo? Uma acuidade horrível das sensações, e a compreensão profunda de estar sentindo… Uma inteligência aguda para me destruir, e um poder de sonho sôfrego de me entreter… Uma vontade morta e uma reflexão que a embala, como a um filho vivo… Sim, crochê…(...)

Conquistei, palmo a pequeno palmo, o terreno interior que nascera meu.
Reclamei, espaço a pequeno espaço, o pântano em que me quedara nulo.
Pari meu ser infinito, mas tirei-me a ferros de mim mesmo.

Livro do Desassossego - Fernando Pessoa

quarta-feira, 14 de março de 2012

Prazeres na(s) estrada(s) da vida

Uma breve homenagem ao músico que inspirou-me a criar este blog, cujo nome se origina de uma canção sua.

Raios, relâmpagos e tempestades me atraem.

Passeio com a pessoa amada também.

Some tudo isto e gozarás dos prazeres nas estradas da vida!!!

A man needs a maid - Neil Young

My life is changing in so many ways
I don't know who to trust anymore
There's a shadow running through my days
Like a beggar going from door to door.

I was thinking that maybe I'd get a maid
Find a place nearby for her to stay.
Just someone to keep my house clean,
Fix my meals and go away.

A maid. A man needs a maid.
A maid.

It's hard to make that change
When life and love turns strange.
And old.

To give a love, you gotta live a love.
To live a love, you gotta be part of
When will I see you again?

A while ago somewhere I don't know when
I was watching a movie with a friend.
I fell in love with the actress.
She was playing a part that I could understand.

A maid. A man needs a maid.
A maid.


When will I see you again?

segunda-feira, 12 de março de 2012

A IMPORTÂNCIA DO DESAPEGO

O ROMPIMENTO E A IMPORTÂNCIA DO DESAPEGO
Sempre que se inicia uma relação, seja ela amorosa, de amizade ou profissional, há um encantamento, uma aura de luz em torno de tudo. Vislumbramos a possibilidade da realização de um sonho e criamos uma expectativa de que tudo dê certo.
O início sempre é muito bom, cheio de sentimentos leves, onde uma aura de luz nos envolve. Parece que a vida ganha um novo significado, que fica mais colorida, que tudo faz mais sentido.
Então começa a fase da “normose”,  onde as coisas vão entrando na rotina, se normalizando com o viver diário. Quando estamos no caminho certo, a relação vai se intensificando, ganhando forma e nos mostrando que existe uma real possibilidade de que dê certo. As coisas vão acontecendo naturalmente e o crescimento pessoal e profissional(quando este é o caso), vai acontecendo.
Como tudo que nasce, cresce e vai se desenvolvendo; quando a relação cai em solo fértil, é regada constantemente, recebe o adubo do carinho, da atenção, do cuidado, da aceitação do outro, da compreensão e principalmente do amor, que é a mola mestra de qualquer relação, então a planta(relação) se desenvolve e se torna uma planta viçosa e forte.
Mas, na contramão, quando não estamos no caminho certo, as coisas vão ficando difíceis; pedras, insetos, ervas daninhas e temperaturas extremas, vão aparecendo, nos desfiando e mostrando que não escolhemos um solo adequado, que essa planta talvez não combine com o tipo de solo, clima e que os cuidados não são os adequados para aquele tipo de planta.
Na maioria das vezes, ignoramos os sinais(muito claros) que o universo nos envia. Por teimosia, por orgulho, medo de enfrentar a derrota, ou tantos outros sentimentos que nos movem a seguir adiante, mesmo sentindo em nosso interior que a planta não está se desenvolvendo corretamente, que não está crescendo como deveria, não está forte, nem viçosa, vamos continuando.
Até que um dia, vem uma tempestade e derruba a planta que já estava meio seca, sem vida e fraca. Aí vem a frustração, o sentimento de fracasso, a necessidade de achar um motivo, um culpado(que geralmente achamos ser o outro). Inicialmente não entendemos o porquê de não ter dado certo. Houve o sonho, a intenção forte de sucesso, a ação de ir ao encontro do que queríamos, mas... então por que não deu?
Se pararmos para ouvir nosso coração, a resposta virá. Quase sempre é porque não era a planta correta para nosso tipo de solo, para o adubo que tínhamos a oferecer, que combinasse com nosso tipo de clima e por aí vai. Mas, até nos darmos conta disso... quanto sofrimento desnecessário!
O melhor a fazer nesse momento, é deixar acontecer. Pegar a planta caída, envolvê-la com muito amor e carinho, deixar que o vento a leve ou enterrá-la para que sirva de adubo para uma próxima plantação(absorvendo a lição que isto veio nos trazer) e deixar a vida seguir seu curso.
Deixar ir! Deixar o final acontecer com tranqüilidade! Novos sonhos virão, novos planos, novas metas, novas plantações! O importante é conseguir se desapegar do que já não faz mais sentido e libertar-se de sentimentos de frustração, mágoa e rancor, e, como diz a música: levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima! Há muito que se viver, que aprender e crescer!

terça-feira, 6 de março de 2012

Marketing é isso!!!

- Em uma convenção de fabricantes de cervejas brasileiras, reunindo os maiores produtores do país, estavam presentes os presidentes da Brahma, Skol, Kaiser, Antartica, Schin, etc.
Ao término do simpósio todos se reuniram no restaurante para uma confraternização.

Muito esperto, ao perceber a aproximação do garçom, o presidente da Schin pediu em alto e bom som:
- Garçom, uma Nova Schin, por favor! Isso sim é que é bebida!
 Todos se olharam espantados, enquanto ele contemplava sua cerveja,certo de que saíra bem.

Não querendo deixar por menos, o presidente da Brahma sentenciou:
- Amigo! Traga a verdadeira nº 1 !
Novamente todos se olharam espantados e ele ficou achando que deu a resposta merecida!

Na mesma moeda, o presidente da Kaiser bate na mesa e grita:
- Me vê a do baixinho! Esse sabe das coisas...
Enquanto todos olhavam para o garçom que se aproximava com a cerveja ele ficou convicto que tinha dado a resposta altura.

Não podendo perder a oportunidade o presidente da Skol, pede:
- Me traz a que desce redondo.....
Novamente todos se olharam espantados e ele ficou achando que deu a resposta merecida!

E assim, seguiram os presidentes das cervejarias, cada um pedindo a sua maneira, até que chegou a vez do presidente da Polar:
- Tchê ! Me traz suco de laranja, por favor!
Todos se olharam abismados, achando que ele perdera uma boa oportunidade de responder a altura.
O garçom curioso aproxima-se e pergunta:
- O senhor tem certeza?
 

Ele respondeu:
- Mas bah tchê!!!!
Se nenhum vivente vai beber cerveja, eu também não vou!
MAAAAAAAZZZZZÁÁÁÁÁÁÁ bagual véio!!!!
...Gaúcho é que sabe das coisas!!!
Viva o Rio Grande Tchê!!!

Trair é o pior remédio!!!

Nunca traia seu amor ou seu amigo.
Tu sempre sairás perdendo.