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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Nei Lisboa - Telhados de Paris

Gravado ao vivo no Teatro do Bourbon Country em 05 de outubro de 2012
Showmício pelas Diretas nos Tribunais promovido pela AMATRA IV

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Pet Shop Boys - Always on My Mind





Sempre Na Minha Mente

Talvez eu não tenha tratado você
Tão bem quanto deveria
Talvez eu não tenha te amado
Tão frequentemente quanto poderia
Pequenas coisas que deveria ter dito e feito
Eu nunca separei um tempo para isso

Você sempre esteve em minha mente
Você sempre esteve em minha mente

Talvez eu não tenha te abraçado
Em todas aqueles momentos solitários
E acho que nunca te disse,
Que sou feliz por você ser minha
Se eu te fiz sentir como a segunda melhor
Sinto muito, estava cego

Você sempre esteve em minha mente
Você sempre esteve em minha mente

Diga me, diga-me que seu doce amor não morreu
Dê-me mais uma chance de manter você satisfeita, satisfeita

Pequenas coisas que deveria ter dito e feito
Eu nunca separei um tempo para isso
Você sempre esteve em minha mente
Você sempre está em minha mente

Diga me, diga-me que seu doce amor não morreu
Dê-me mais uma chance de manter você satisfeita

Você sempre esteve em minha mente
Você sempre esteve em minha mente
Você sempre esteve em minha mente
Você sempre esteve em minha mente
Você sempre esteve em minha mente
Você sempre esteve em minha mente

Talvez eu não tenha tratado você
Tão bem quanto deveria
Talvez eu não tenha te amado
Tão frequentemente quanto deveria
Talvez eu não tenha te abraçado
Em todas aqueles momentos solitários
E acho que nunca te disse,
Que sou feliz por você ser minha

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

As carícias e o iluminado


Chega de viver entre o medo e a raiva! Se não aprendermos a viver de outro modo, poderemos acabar com a nossa espécie.

É preciso começar a trocar carícias, a proporcionar prazer, a fazer com o outro todas as coisas boas que a gente tem vontade de fazer e não faz, porque “não fica bem” mostrar bons sentimentos! No nosso mundo negociante e competitivo, mostrar amor é… um mau negócio. O outro vai aproveitar, explorar, cobrar… Chega de negociar com sentimentos e sensações. Negócio é de coisas e de dinheiro – e pronto!

O pesquisador B. Skinner mostrou por A mais B que só são estáveis os condicionamentos recompensados; aqueles baseado na dor precisam ser reforçados sempre, senão desaparecem. Vamos nos reforçar positivamente. É o jeito – o único jeito – de começarmos um novo tipo de convívio social, uma nova estrutura, um mundo melhor.

Freud ajudou a atrapalhar, mostrando o quanto nós escondemos de ruim; mas é fácil ver que nós escondemos também tudo que é bom em nós: a ternura, o encantamento, o agrado em ver, em acariciar, em cooperar, a gentileza, a alegria, o romantismo, a poesia, sobretudo o brincar – com o outro. Tudo tem que ser sério, respeitável, comedido – fúnebre, chato, restritivo, contido…
Há mais pontos sensíveis em nosso corpo do que as estrelas num céu invernal.

“Desejo”, do latim de-sid-erio, provém da raiz “sid”, da língua zenda, significando “estrela”, como se vê em sideral, relativo às estrelas.

Seguir o desejo é seguir a estrela – estar orientado, saber para onde vai, conhecer a direção…

“Gente é para brilhar”, diz mestre Caetano.

Gente é, demonstravelmente, a maior maravilha, o maior playground e a mais complexa máquina neuromecânica do Universo conhecido. Diz o psicanalista que todos nós sofremos de mania de grandeza, de onipotência.

A mim parece que sofremos de mania de pequenez.

Qual o homem que se assume em toda a sua grandeza natural? “Quem sou eu, primo…” Em vez de admirar, nós invejamos – por não termos coragem de fazer o que a nossa estrela determina?

O medo – eis o inimigo.

O medo, principalmente do outro, que observa atentamente tudo o que fazemos – sempre pronto a criticar, a condenar, a pôr restrições – porque fazemos diferente dele. Só por isso.

Nossa diferença diz para ele que sua mesmice não é necessária. Que ele também pode tentar ser livre – seguindo sua estrela. Que sua prisão não tem paredes de pedra, nem correntes de ferro. Como a de Branca de Neve, sua prisão é de cristal – invisível. Só existe na sua cabeça. Mas sua cabeça contém – é preciso que se diga – todos os outros que, de dentro dele, o observam, criticam, comentam – às vezes até elogiam!

Por que vivemos fazendo isso uns com os outros – vigiando-nos e obrigando-nos, todos contra todos, a ficar bonzinhos dentro das regrinhas do bem-comportado – pequenos, pequenos? Sofremos de megalomania porque no palco social obrigamo-nos a ser, todos, anões. Ai de quem se sobressai, fazendo de repente o que lhe deu na cabeça… Fogueira para ele! Ou você pensa que a fogueira só existiu na Idade Média?

Nós nos obrigamos a ser – todos – pequenos, insignificantes, inaparentes, “normais” – normopatas diz melhor; oligopatas – apesar do grego- melhor ainda. Oligotímicos – sentimentos pequenos – é o ideal…

Quem é o iluminado?

No seu tempo, é sempre um louco delirante que faz tudo diferente de todos. Ele sofre, principalmente, de um alto senso de dignidade humana – o que o torna insuportável para todos os próximos, que são indignos.

Ele sofre, depois, de uma completa cegueira em relação à “realidade” (convencional), que ele não respeita nem um pouco. Ama desbragadamente – o sem vergonha. Comporta-se como se as pessoas merecessem confiança, como se todos fossem bons, como se toda criatura fosse amável, linda, admirável.

Assim ele vai deixando um rastro de luz por onde quer que passe. Porque se encanta, porque se apaixona, porque abraça com calor e com amor, porque sorri e é feliz.

Como pode, esse louco?

Como pode estar – e viver! – sempre tão fora da realidade, que é sombria, ameaçadora; como ignorar que os outros – sempre os outros! – são desconfiados, desonestos, mesquinhos, exploradores, prepotentes, fingidos, traiçoeiros, hipócritas…

Ah! Os outros… (fossem todos como eu, tão bem-comportados, tão educados, tão finos de sentimentos…) O que não se compreende é como há tanta maldade num mundo feito somente de gente que se considera tão boa. Deveras, não se compreende…

Menos ainda se compreende que de tantas famílias perfeitas – a família de cada um é sempre ótima – acabe acontecendo um mundo tão infernalmente péssimo.

Ah! Os outros… Se eles não fossem tão maus … como seria bom!

Proponho um tema para meditação profunda; é a lição mais fundamental de toda a Psicologia Dinâmica:

Só sabemos fazer o que foi feito conosco.
Só conseguimos tratar bem os demais se fomos bem tratados.
Só sabemos nos tratar bem se fomos bem tratados.
Se só fomos ignorados, só sabemos ignorar.
Se só fomos odiados, só sabemos odiar.
Se fomos maltratados, só sabemos maltratar.

Não há como fugir desta engrenagem de aço: ninguém é feliz sozinho. Ou o mundo melhora para todos ou ele acaba.

Amar o próximo não é mais idealismo “místico”de alguns. Ou aprendemos a nos acariciar ou liquidaremos com a nossa espécie.

Ou aprendemos a nos tratar bem – a nos acariciar – ou nos destruiremos.

Carícias … a própria palavra é bonita.
Carícias … olhar de encantamento descobrindo a divindade do outro – meu espelho!
Carícias … envolvência (quem não se envolve não se desenvolve!), ondulações, admiração, felicidade, alegria em nós – eu e os outros.

Energia poderosa na ação comum, na co-operação. Na co-munhão.

Só a união faz a força – sinto muito, mas as verdades banais de todos os tempos são verdadeiras – e seria bom se a gente tentasse fazer o que essas verdades nos sugerem, em vez de, críticos e céticos e pessimistas, encolhermos os ombros e deixarmos que a espécie continue, cega, caminhando em velocidade uniformemente acelerada para o Buraco Negro da aniquilação.

Nunca se pôde dizer, como hoje: ou nos salvamos – todos juntos – ou nos danamos – todos juntos.

By Dr. José Ângelo Gaiarsa.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

domingo, 14 de outubro de 2012

Nei Lisboa - Nem por força





Nem por força do diabo
Eu volto a vegetar
Nessas malditas esquinas
Na pressa de te encontrar

Chega de se olhar no espelho
Antes de sair
Chega de medir alturas
Antes de cair
Cair do céu por dez migalhas de pão
Não vale o coro dos contentes não
Que aí me atiro das marquises no chão
E ainda se dirão felizes

Enquanto a estrada ensina-me a viver
E essa vertigem de emoção
Pouco tempo falta pra esquecer
Pouco tempo falta pra esquecer

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Reminiscências (*) Resquícios


Tempo que passa,
que te afasta.
Tempo que sem drama,
com trama, te engana!

Tempo que gera saudade,
que esconde a verdade...
só revela maldade.

Tempo que nada sabe!
Tempo que arde,
que apenas espelha...
Crueldade ou realidade?
06.10.12 às 10:25h




(*) Segundo Platão, "lembrança do que a alma contemplou em uma vida anterior, quando, ao lado dos deuses, tinha a visão direta das idéias."

sábado, 6 de outubro de 2012

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

A História de Sofia - Filme da Panvel

Ontem assisti a um comercial na televisão, em horário nobre, que me comoveu profundamente. De ficar com lágrimas nos olhos. 
Quem não teve esta oportunidade, que assista então agora.
De tocar o coração de qualquer um...

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Reminiscências (*) 8


Quando penso demais e nem quero pensar.
Faço besteiras e não sei por quê.
Bebo muito qdo não devia beber.
Porque atrapalha minha volta à vc (a viver).
19.09.12 às 20:03h


Quando penso mais do que quero pensar.
Faço tantas coisas que não deveria fazer.
Penso mais do que meu próprio saber.
Pois isso me leva de volta a viver.
20.09.12 às 22:00h



Quando fico pensando se deveria pensar.
Faço quase nada que planejava fazer.
Provoco pessoas sem mesmo querer.
Me agito demais com meu próprio sofrer.
02.10.12 às 14:06h






E da sinceridade... à toda prova!!!

Resultando ou não em mágoas

Libertando ou não o parceiro

Rompendo ou não o... contrato

Mas aquela que comprova

Que foi tudo ou nada certeiro!!!
30.09.12 às 01:05h



Meus sentimentos,
Eu expresso em versos para alguém
Que amei e amo muito
Longe de qualquer desdém.

Com paciência tenho ciência, 
de ser algo impossível,
oriundo de algo fortuito, 
sendo eterno incorrigível!!!
30.09.12 às 03:08h




(*) Segundo Platão, "lembrança do que a alma contemplou em uma vida anterior, quando, ao lado dos deuses, tinha a visão direta das idéias."

domingo, 30 de setembro de 2012

Cazuza - Exagerado

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Cazuza - Todo Amor que Houver Nessa Vida

Ser teu pão ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria...

Cazuza - Faz Parte do Meu Show


I'm Yours - Jason Mraz

I'm Yours

Well, you done, done me and you bet I felt it
I tried to be chill but you're so hot that I melted
I fell right through the cracks, now I'm trying to get back

Before the cool done run out, I'll be giving it my bestest
And nothing's gonna stop me but divine intervention
I reckon it's again my turn to win some or learn some

But I won't hesitate no more, no more
It cannot wait, I'm yours

Well, open up your mind and see like me
Open up your plans and damn, you're free
Look into your heart and you'll find love, love, love, love

Listen to the music of the moment people dance and sing
We're just one big family
And it's our God-forsaken right to be loved
Loved, loved, loved, loved

So I won't hesitate no more, no more
It cannot wait, I'm sure
There's no need to complicate, our time is short
This is our fate, I'm yours

D-d-do you, but you, d-d-do
But do you want to come on?
Scooch on over closer dear
And I will nibble your ear

I've been spending way too long checking my tongue in the mirror
And bending over backwards just to try to see it clearer
But my breath fogged up the glass
And so I drew a new face and I laughed

I guess what I'm saying is there ain't no better reason
To rid yourself of vanities and just go with the seasons
It's what we aim to do, our name is our virtue

But I won't hesitate no more, no more
It cannot wait I'm yours

Open up your mind and see like me
Open up your plans and damn, you're free
Look into your heart and you'll find that the sky is yours

So please don't, please don't, please don't
There's no need to complicate
Cause our time is short
This is, this is, this is our fate, I'm yours!

Eu Sou Seu

Bem, você acabou comigo e pode apostar que senti isso
Tentei ficar frio, mas você é tão quente, que derreti
Caí nas rachaduras, agora estou tentando me recompor

Antes que o frio passe, eu darei o meu melhor
E nada, além de uma intervenção divina, vai me parar
Eu acho que é a minha vez de ganhar ou aprender algo

Mas não vou mais hesitar, não mais, não mais
Isso não pode esperar, eu sou seu

Bem, abra sua mente e veja como eu
Considere outros planos e caramba, você se libertará
Olhe para seu coração e encontrará amor, amor, amor

Escute a música do momento que as pessoas cantam e dançam
Nós somos só uma grande família
E é nosso direito divino sermos amados
Amados, amados, amados, amados

Então não vou mais hesitar, não mais, não mais
Não posso esperar, tenho certeza de que
Não há necessidade de complicar, nosso tempo é curto
Esse é o nosso destino, eu sou seu

Você, mas você, vai
Mas você quer vir?
Aproxime-se, querida
E vou dar uma mordidinha na sua orelha

Gastei muito tempo olhando minha língua no espelho
E me inclinando para trás para tentar vê-la mais claramente
A minha respiração embaçou o vidro
E então desenhei um rosto novo e ri

Acho que, o que estou dizendo, é que não há razão melhor
Para se livrar da vaidade e deixar a vida te levar
É o que almejamos fazer, o nosso nome é a nossa virtude

Mas não vou mais hesitar, não mais, não mais
Isso não pode esperar, eu sou seu

Bem, abra sua mente e veja como eu
Considere outros planos e caramba, você se libertará
Olhe para seu coração e você verá que o céu é seu

Então por favor não, por favor não, por favor não
Não precisa complicar
Porque nosso tempo é curto

Esse é, esse é, esse é nosso destino, eu sou seu!

Nietzsche - Humano, Demasiado Humano (1ª. Parte)

A semente do pensamento disseminado por Nietzsche no século 19 prefigurava o piloto do século 20 sobre os conceitos do existencialismo e da psicanálise. Este programa conta com entrevistas de grandes estudiosos do pensamento do Nietzsche sendo eles: Ronald Hayman e Leslie Chamberlain (biógrafos de Nietzsche), Andrea Bollinger (arquivista), Reg Hollingdale (tradutor), Will Self (escritor) e Keith Ansell Pearson (filosofa) que estudam a vida e os escritos de Nietzsche. 
Aborda, também, o papel da irmã de Nietzsche na edição de suas obras para o uso como propaganda nazista, além de contar com partes aforísticas extraídas de obras como a parábola de um louco e Assim falou Zaratustra.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Nei Van Soria - Um cara comum



Eu pensei em te ligar
Falar de algumas coisas
Que ando pensando
Então resolvi esperar
Por outra ocasião
Que nunca aconteceu
Foi então que me arrependi
Pois não falei e hoje eu vi
Que não causaria mal algum
Será que você consegue me entender?
Sou apenas um cara comum
Hoje eu me irritei
Por causa de uma bobagem
Sem importância
Você me olhou e não entendeu
E em seguida me perguntou
Você não acha que exagerou?
Foi então que eu acordei
Refleti e me desculpei
Por ter me irritado sem razão
Será que você consegue me entender?
Sou apenas um cara comum
Eu tenho minhas loucuras e algumas perversões
Como toda criatura, eu busco explicações
Sou apenas um cara comum

CUR1O51D4D35

O nosso cérebro é doido !!!
De aorcdo com uma peqsiusa
de uma uinrvesriddae ignlsea,
não ipomtra em qaul odrem as
Lteras de uma plravaa etãso,
a úncia csioa iprotmatne é que
a piremria e útmlia Lteras etejasm
no lgaur crteo. O rseto pdoe ser
uma bçguana ttaol, que vcoê
anida pdoe ler sem pobrlmea.
Itso é poqrue nós não lmeos
cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa
cmoo um tdoo.
Sohw de bloa.

Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua
mente leia corretamente o que está escrito.

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4
M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R
CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O!
NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45
N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O
CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M
PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R
B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3!
P4R4BÉN5!

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Elis Regina & Adoniran Barbosa - Tiro ao Álvaro

C E N S U R A ??? (*)

Adoniran Barbosa usava em suas canções o jeito coloquial de falar dos paulistanos. Não querendo problemas com a censura, em 1973 o artista decidiu lançar um álbum com várias canções já gravadas na década de cinqüenta.

Inesperadamente, cinco das suas canções foram vetadas, mesmo não sendo inéditas. Diante da linguagem coloquial de “Samba do Arnesto” (Adoniran Barbosa – Alocin), que trazia nos seus versos “O Arnesto nos convidou prum samba/ Ele mora no Brás/ Nóis fumo/ Num encontremo ninguém/ Fiquemo cuma baita duma réiva/ Da outra veiz nóis num vai mais (Nóis num semo tatu)”, o censor só liberaria a música se ele regravasse cantando assim: “Ficamos com um baita de uma raiva/ Em outra vez nós não vamos mais (Nós não somos tatus)”. Na letra da música “Tiro ao Álvaro” (Adoniran Barbosa – Oswaldo Moles), a censora faz um círculo nas palavras "tauba", "revorve" e "artormove", concluindo que a "falta de gosto impede a liberação da letra".


Para que pudessem ser aprovadas, “Samba do Arnesto” e “Tiro ao Álvaro”, teriam que virar “Samba do Ernesto” e “Tiro ao Alvo”. Tiveram o mesmo destino "Já fui uma brasa" (Adoniran Barbosa Marcos César), “Eu também um dia fui uma brasa. E acendi muita lenha no fogão" e "O Casamento do Moacir" (Adoniran Barbosa - Oswaldo Moles), "A turma da favela, convidaram-nos para irmos assistir p casamento da Gabriela com o Moacir". "O Casamento do Moacir” foi considerada de “péssimo gosto” pela censora Eugênia Costa Rodrigues.

Diante da censura, Adoniran Barbosa não mudou a sua obra, deixou para gravar as músicas mais tarde, quando a burrice já tivesse passado.

Roberto Carlos - Detalhes

No meu ver, esta é a melhor versão já apresentada pelo Roberto Carlos.
Ele teve autorização da Globo para que comparecesse como convidado
no programa do Jô Soares no SBT e comentou:
"- Se eles não autorizassem eu viria igual!"

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

É Polar... É daqui!!! - Carioca


The Passenger - Animação

Concluído em 2006, o passageiro foi criado em sua totalidade pelo artista Australiano Chris Jones durante um período de oito anos. A animação conta a história de um garoto que se vê obrigado a entrar em um ônibus, e já a bordo ele descobre que seria melhor enfrentar a tempestade. Veja abaixo o vídeo completo.



Tchê!!! Que desenho maluco!!!
É muito bom, mesmo!!!