domingo, 29 de setembro de 2013

Reminiscências (*) 15


Tenho caminhado por aí
com os pensamentos centrifugando
perdido sem sair daqui
com as ideias girando
e num momento de frenesi
saio pulando, nadando, voando
agora certo que não me perdi
mesmo sonhando, sonhando, sonhando...

                                               ... vivi!
Ike Nicotti
29/09/13 às 00,30h


















E me encontro aqui parado pensando (olhando)
Através dos olhos de quem partiu
Sim! Conformado, porém sonhando
Seguindo minha vida que assim insistiu.

Mas agora chega de desencontros
Deixe de lado aquele mar chamado solidão
Que me chamava para com ele viver em vão
Um estado bipolar de tédio e depressão.

Chega de euforias baratas
Que no final elas apenas te matam
E tenha a leveza e a certeza
Que nem todas as pessoas são ingratas.

Saiba que apesar de sua fúria
Mar revolto também precede tranquilidade
Por isso não tema remar sem ajuda
Em direção à dura, mas feliz realidade...
Em direção à dura, mas real felicidade...
 Ike Nicotti
29/09/13 às 01,35h


(*) Segundo Platão, "lembrança do que a alma contemplou em uma vida anterior, quando, ao lado dos deuses, tinha a visão direta das idéias."

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

E a vida continua...

Não sei se o correto seria dizer "RENASCER". "RESSURREIÇÃO" é certo que não é. Acho que esta condição coube a uma só pessoa. Pelo menos é o que vem em minha lembrança no momento. Talvez o correto fosse equiparar por analogia à Phoenix, pássaro magnífico e fabuloso que segundo a lenda, ardia durante o dia e apagava nas trevas da noite, para que depois renascesse das cinzas. Mas isto também não seria correto, pois não aconteceu de eu morrer e muito menos com frequência.
Hoje completo três anos de uma nova vida (26 de setembro de 2010) quando fui atingido por dois disparos de pistola que o destino me pregou. Eu não sei porque o "velhinho" lá em cima os desviou de um resultado desafortunado, para não dizer "mais" fatal ("mais" fatal foi horrível, hehe!). Digamos catastrófico. Mas que o aviso foi dado e captado, ah! isto foi!

Vulgarmente falando, levei um belo "cagaço". kkkkkkkkkk

10 ou 15 centímetros próximo do cérebro e da coluna, são partes do corpo que se atingidas por projéteis, reagiriam de forma indesejada por qualquer ser humano.
São situações como estas que nos acordam para a vida e independentemente de nossa carga de problemas, o importante é superá-los e não se entregar ao desespero que, porventura deles possam advir. Temos de imitar a Phoenix; sair das cinzas para a vida.

Com a ajuda de alguma força superior a nossa fé nos deixa em alta e por isso achei interessante a analogia, porque a Phoenix não desiste e sim ressurge, toma força.

Mas sem inveja, mentiras e falsidade, nós podemos mesmo é buscar a inspiração em Deus que é o único que pode nos ajudar em momentos difíceis.

VIVER A VIDA!!!

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Personagem de Clarice Lispector


Resolvi então ler o romance...

Fiquei chocado!!!

Daí leio o "comments" de um escritor argentino que diz que toda a literatura pode ser reduzida a dois gêneros fundamentais: as narrativas de amor e as narrativas de mistério.

"A mistura letal de amor e mistério... chamamos de paixão."

Será que sou mesmo como a G.H.??? 

domingo, 15 de setembro de 2013

Os Gaúchos - Arnaldo Jabor


O Rio Grande do Sul é como aquele filho que sai muito diferente do resto da família. A gente gosta, mas estranha. O Rio Grande do Sul entrou tarde no mapa do Brasil . Até o começo do século XIX, espanhóis e portugueses ainda se esfolavam para saber quem era o dono da terra gaúcha. Talvez por ter chegado depois, o Estado ficou com um jeito diferente de ser.

Começa que diverge no clima: um Brasil onde faz frio e venta, com pinheiros em vez de coqueiros, é tão fora do padrão quanto um Canadá que fosse à praia. Depois, tem a mania de tocar sanfona, que lá no RS chamam de gaita, e de tomar mate em vez de café. Mas o mais original de tudo é a personalidade forte do gaúcho. A gente rigorosa do sul não sabe nada do riso fácil e da fala mansa dos brasileiros do litoral, como cariocas e baianos. Em lugar do calorzinho da praia, o gaúcho tem o vazio e o silêncio do pampa, que precisou ser conquistado à unha dos espanhóis.

Há quem interprete que foi o desamparo diante desses abismos horizontais de espaço que gerou, como reação, o famoso temperamento belicoso dos sulinos. É uma teoria - mas conta com o precioso aval de um certo Analista de Bagé, personagem de Luis Fernando Veríssimo que recebia seus pacientes de bombacha e esporas, berrando: "Mas que frescura é essa de neurose, tchê?"

Todo gaúcho ama sua terra acima de tudo e está sempre a postos para defendê- la. Mesmo que tenha de pagar o preço em sangue e luta. Gaúcho que se preze já nasce montado no bagual (cavalo bravo). E, antes de trocar os dentes de leite, já é especialista em dar tiros de laço. Ou seja, saber laçar novilhos à moda gaúcha, que é diferente da jeito americano, porque laço é de couro trançado em vez de corda, e o tamanho da laçada, ou armada, é bem maior, com oito metros de diâmetro, em vez de dois ou três.

Mas por baixo do poncho bate um coração capaz de se emocionar até as lágrimas em uma reunião de um Centro de Tradições Gaúchas, o CTG, criados para preservar os usos e costumes locais. Neles, os durões se derretem: cantam, dançam e até declamam versinhos em honra da garrucha, da erva-mate e outros gauchismos. Um dos poemas prediletos é "Chimarrão", do tradicionalista Glauco Saraiva, que tem estrofes como: "E a cuia, seio moreno/que passa de mão em mão/traduz no meu chimarrão/a velha hospitalidade da gente do meu rincão." (bem, tirando o machismo do seio moreno, passando de mão em mão, até que é bonito).

Esse regionalismo exacerbado costuma criar problemas de imagem para os gaúchos, sempre acusados de se sentir superiores ao resto do País.

Não é verdade - mas poderia ser, a julgar por alguns dados e estatísticas.
O Rio Grande do Sul é possuidor do melhor índice de desenvolvimento humano do Brasil, de acordo com a ONU, 
do menor índice de analfabetismo do País, segundo o IBGE e o 
da população mais longeva da América Latina, (tendo Veranópolis a terceira cidade do mundo em longevidade), segundo a Organização Mundial da Saúde. 
E ainda tem as mulheres mais bonitas do País, segundo a Agência Ford Models. (eu já sabia!!! rss). 
Além do gaúcho, chamado de machista", qual outro povo que valoriza a mulher a ponto de chamá-la de prenda (que quer dizer algo de muito valor)?
Macanudo, tchê. Ou, como se diz em outra praças: "legal às pampas", uma expressão que, por sinal, veio de lá.

Aos meus amigos gaúchos e não gaúchos, um forte abraço!

Arnaldo Jabor - Os Gaúchos

Texto do ano de 2007

Quando o chapéu serve... O Elogio da Loucura

ERASMO A THOMAS MORE, SAÚDE.

"(...)
Quanto a mim, deixo que os outros julguem esta minha tagarelice; mas, se o meu amor próprio não deixar que eu o perceba, contentar-me-ei de ter elogiado a Loucura sem estar inteiramente louco. Quanto à imputação de sarcasmo, não deixarei de dizer que há muito tempo existe a liberdade de estilo com a qual se zomba da maneira por que vive e conversa o homem, a não ser que se caia no cinismo e no veneno..

 Assim, pergunto se se deve estimar o que magoa, ou antes o que ensina e instrui, censurando a vida e os costumes humanos, sem pessoalmente ferir ninguém. Se assim não fosse, precisaria eu mesmo fazer uma sátira a meu respeito, com todas as particularidades que atribuo aos outros. Além disso, quem se insurge em geral contra todos os aspectos da vida não deve ser inimigo de ninguém, mas unicamente do vício em toda a sua extensão e totalidade.

 Se houver, pois, alguém que se sinta ofendido por isso, deverá procurar descobrir as suas próprias mazelas, porque, do contrário, se tornará suspeito ao mostrar receio de ser objeto da minha censura. Muito mais livre e acerbo nesse gênero literário foi São Jerônimo, que nem sequer perdoava os nomes das pessoas! Nós, porém, além de calarmos absolutamente os nomes, temperamos o estilo, de forma que o leitor honesto verá por si mesmo que o meu propósito foi mais divertir do que magoar. 

 Seguindo o exemplo de Juvenal, em nenhum ponto tocamos na oculta cloaca de vícios da humanidade, nem relevamos as suas torpezas e infâmias, limitando-nos a mostrar o que nos pareceu ridículo. Se, apesar de tudo, ainda houver ranzinzas e descontentes, que ao menos observem como é bonito e vantajoso ser acusado de loucura. 

 Com efeito, na boca da que trouxemos à cena e fizemos falar, foi necessário por os juízos e as palavras que mais se coadunam com o seu caráter. Mas, para que hei de te dizer todas essas coisas, se és emérito advogado, capaz de defender egregiamente mesmo as causas menos favoráveis?

 Sem mais, eloquentíssimo More, estimo que estejas são e tomes animosamente a parte de tua loucura." 

Vila, 10 de junho de 1508.


Erasmo de Rotterdam

O Elogio da Loucura, (em grego Morias Engomion (Μωρίας Εγκώμιον), latim Stultitiae Laus) é um ensaio escrito em 1509 por Erasmo de Rotterdam e publicado em 1511. O Elogio da Loucura é considerado um dos mais influentes livros da civilização ocidental e um dos catalisadores da Reforma Protestante.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Pedindo a Deus

Para Deus peço apenas que leve para longe:

- a maldade disfarçada de bem querer, 
- os sorrisos que camuflam a ausência de afeto e
- as ilusões desenhadas em pedaços de amor.



quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Reminiscências (*) 14


Fiquei muito feliz
Por ter aqui me convidado
Para ser teu amiguinho
E como é que se diz?
Muito obrigado!

Agora sou amigo da Bubu
Esta guriazinha sapeca
Que não consegue ficar quieta
Endiabrada, arteira que só tu
Pra apavorar o capeta.

Mas saibam que a Bruninha
Brincalhona, danada, festeira
Que quando quer ela teima
Com seu rostinho angelical
Que adora uma dança
Tem um gênio genial
Mas a todos nós encanta.

Enfim!
Agora me despeço
Pois o dia se encerra
Mas antes eu te peço
Já deves estar cansada
Continues sendo assim
Alguém que por mim
É a garotinha amada.

É o que quero que acredite
Deixo aqui meus beijinhos
Durma com os anjinhos
São os desejos do Titi.
Depoimento
Perfil da Bru - Orkut
19.05.12   às   20:26:52 h



"Sou pequenininha,
do tamanho de um botão.
Trago papai no bolso
e mamãe no coração.

Sou pequenininha,
de perna grossa,
vestido curto
papai não gosta."
Email à R.T.
03.10.12   às   00:15:34 h


(*) Segundo Platão, "lembrança do que a alma contemplou em uma vida anterior, quando, ao lado dos deuses, tinha a visão direta das idéias."

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Dez leis para ser feliz - Augusto Cury


Ah!... O coração e a alma...


Paz no coração;
calma pra alma;
saúde, amor e coragem;
que mais é preciso pra enfrentar e afrontar os medos que nos assolam de vez em quando???

Talvez, lembrando a canção, tudo seja uma questão de manter...
a mente quieta, 
a espinha ereta e 
o coração tranquilo.


Ei!!! Sorria... - Charlie Chaplin

Ei! Sorria... Mas não se esconda atrás desse sorriso...

Mostre aquilo que você é, sem medo.

Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu.

Viva! Tente! A vida não passa de uma tentativa.

Ei! Ame acima de tudo, ame a tudo e a todos.

Não feche os olhos para a sujeira do mundo, não ignore a fome!

Esqueça a bomba, mas antes, faça algo para combatê-la, mesmo que se sinta incapaz.

Procure o que há de bom em tudo e em todos.

Não faça dos defeitos uma distancia, e sim, uma aproximação.

Aceite! A vida, as pessoas, faça delas a sua razão de viver.

Entenda! Entenda as pessoas que pensam diferente de você, não as reprove.

Ei! Olhe... Olhe a sua volta, quantos amigos...

Você já tornou alguém feliz hoje?

Ou fez alguém sofrer com o seu egoísmo?

Ei! Não corra. Para que tanta pressa? Corra apenas para dentro de você.

Sonhe! Mas não prejudique ninguém e não transforme seu sonho em fuga.

Acredite! Espere! Sempre haverá uma saída, sempre brilhará uma estrela.

Chore! Lute! Faça aquilo que gosta, sinta o que há dentro de você.

Ei! Ouça... Escute o que as outras pessoas têm a dizer, é importante.

Suba... faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo,

Mas não esqueça daqueles que não conseguem subir a escada da vida.

Ei! Descubra! Descubra aquilo que há de bom dentro de você.

Procure acima de tudo ser gente, eu também vou tentar.

Ei! Você... não vá embora.

Eu preciso dizer-lhe que... te adoro, simplesmente porque você existe.
Charlie Chaplin

Anos 80 Nacionais (playlist)


domingo, 1 de setembro de 2013

O que faz bem pra saúde? - Luis Fernando Veríssimo

Cada semana, uma novidade.
A última foi que pizza previne câncer do esôfago.
Acho a maior graça.
Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas peraí, não exagere...
Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.
Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0 km.
Ler um bom livro faz eu me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois eu rejuvenesço uns cinco anos.
Viagens aéreas não me incham as pernas, me incham o cérebro, volto cheio de idéias.
Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
E telejornais os médicos deveriam proibir - como doem!
Essa história de que sexo faz bem pra pele acho que é conversa, mas mal tenho certeza de que não faz, então, pode-se abusar.
Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo faz muito bem: você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde.
E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda.
Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou muzzarela que previna.
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, UAU!
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca.
Beijar é melhor do que fumar.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Tomo pouca água, bebo mais que um cálice de vinho por dia, faz dois meses que não piso na academia, mas tenho dormido bem, trabalhado bastante, encontrado meus amigos, ido ao cinema e confiado que tudo isso pode me levar a uma idade avançada.
Sonhar é melhor do que nada.

As paranoias da noite - Martha Medeiros


Não é porque ele foi grosseiro comigo que eu tinha que ser grosseira com ele também, mas fiz, está feito, agora acabou, solidão pra sempre é o que me espera, assim como aquela dívida maldita que só aumenta, meus credores não têm nenhuma compaixão, vou ter que vender meu carro para pagá-la, e essa tosse insistente só pode significar que estou condenada, sem falar que minha filha ainda não voltou da festa, pai nosos que estais no céu, santificado seja o vosso nome, como está quente nesse quarto, eu nunca mais vou conseguir dormir, nunca mais, vou acordar com olheiras até o queixo, sou uma miserável que... zzzzzz.

E então você acorda, abre as cortinas da janela, e recebe um telefonema do seu amor reconhecendo que andou abusando da sua paciência e que está morrendo de saudades, e entra um trabalho freelancer que ajudará a pagar a conta atrasada, e a tosse passa com Mel agrião, e a filha está dormindo feito um anjo no quarto ao lado, e as suas olheiras estão aparentes mesmo, mas nada que um corretivo não disfarce. Olhe só, suas preocupações ficaram desse tamanhinho. De quem foi a mágica?

Do primeiro raio de sol. Durante o dia, nossa cabeça pensa melhor e as soluções aparecem no decorrer das horas. A mente ajusta o foco e não dá trela a fantasmas. Já a madrugada não conhece a palavra sanidade. 

A escuridão e o silêncio transformam pequenas chateações em dramas diabólicos, e a gente cai nessa cilada, achando mesmo que estamos lidando com o pior da vida. Mas que vida? Hiper cansados, ansiosos, deprimidos, paranoicos, isso é vida? A insônia desperta em nós a morte, isso sim. Ficamos todos ferrados não pela falta de sono, mas pelo excesso de dilemas. Como disse Dostoiévski, "ser extremamente consciente é uma doença". A gente morre por pensar demais. E pensar é só o que nos resta durante uma insônia. 

Mas é possível controlar esses pensamentos malditos. 

Em vez de permitir que o cérebro maximize nossos problemas, o melhor seria transformar nossa miséria noturna em algo produtivo. Porém, nem todos conseguem levantar da cama – ainda mais no inverno – a fim de guerrear com seus demônios. Até porque sempre há a esperança de se conseguir dormir pelo menos por uma ou duas horas, o que não acontecerá no caso de acendermos as luzes para pintarmos quadros, escrevermos poemas, fritarmos omeletes, cortarmos o próprio cabelo – ai, não corte o cabelo às quatro da manhã, vá por mim. 

Posso fazer uma sugestão? Sem precisar levantar, sem acender a luz, jogue “stop” mentalmente com você mesmo. Países: a, Alemanha; b, Bélgica; c, Canadá; d, Dinamarca... Há grande chance de, antes de chegar no p, Portugal, você já ter adormecido. Se não, siga com o jogo, fazendo seu a-b-c para títulos de livros, comidas, profissões, ruas da cidade. O truque é simples: trocar de preocupação. Ou você prefere continuar fazendo o a-b-c das doenças que poderá contrair ou das pessoas a quem já magoou? 

Parece bobagem, e é, mas quase sempre funciona. Jogue “stop” noturno com você mesmo, e stop a insônia.

Wake Me Up When September Ends - Green Day


Wake Me Up When September Ends

(…)
Here comes the rain again                (Lá vem a chuva de novo)
Falling from the stars                         (Caindo das estrelas)

Drenched in my pain again                (Encharcado na minha dor de novo)
Becoming who we are                       (Tornando-nos quem nós somos)

As my memory rests                         (Como a minha memória descansa)
But never forgets what I lost              (Mas nunca esquece o que eu perdi)

Wake me up when september ends…